quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Quinta-feira, 29 de setembro Se me perseguiram a mim, perseguirão também a vós. — João 15:20. Pagar na mesma moeda não produz bons resultados. Como devemos reagir? O apóstolo Pedro escreveu: “Santificai o Cristo como Senhor nos vossos corações, sempre prontos para fazer uma defesa perante todo aquele que reclamar de vós uma razão para a esperança que há em vós, fazendo-o, porém, com temperamento brando e profundo respeito.” (1 Ped. 3:15) Sermos educados, por responder com brandura e respeito, pode abrandar a atitude dos ofensores. (Tito 2:7, 8) Paulo recomendou: “Vossa pronunciação seja sempre com graça, temperada com sal, para que saibais como responder a cada um.” (Col. 4:6) Se tivermos o hábito de ser bem-educados com familiares, colegas de escola e de trabalho, irmãos da congregação e pessoas na vizinhança, estaremos mais bem preparados para enfrentar zombaria e insultos de um modo digno de um cristão. — Rom. 12:17-21. w09 15/11 5:11, 12
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Segunda-feira, 26 de setembro
Vós, porém, não deveis ser assim. — Luc. 22:26.
Orar com sinceridade a Jeová a respeito de nossas motivações pode nos ajudar a discernir a verdade sobre elas. Por exemplo, o que motiva a forte vontade de ter um cargo de supervisão entre o povo de Deus? É realmente um desejo humilde de ser útil e fazer o máximo na promoção dos interesses do Reino? Ou poderia ser o desejo de ocupar “o primeiro lugar” ou até mesmo ‘dominar’ outros? (3 João 9, 10; Luc. 22:24-27) Orações sinceras a Jeová Deus podem expor quaisquer desejos errados que talvez tenhamos e nos ajudar a mudar antes que fiquem arraigados. Esposas cristãs talvez desejem muito que seus maridos sirvam como servos ministeriais ou anciãos. Essas irmãs podem agir em harmonia com os sentimentos que expressam em suas orações por se esforçarem em ter um comportamento exemplar. Isso é importante, porque as palavras e a conduta da família de um homem influem muito no conceito que a congregação tem dele. w09 15/11 1:15, 16
Orar com sinceridade a Jeová a respeito de nossas motivações pode nos ajudar a discernir a verdade sobre elas. Por exemplo, o que motiva a forte vontade de ter um cargo de supervisão entre o povo de Deus? É realmente um desejo humilde de ser útil e fazer o máximo na promoção dos interesses do Reino? Ou poderia ser o desejo de ocupar “o primeiro lugar” ou até mesmo ‘dominar’ outros? (3 João 9, 10; Luc. 22:24-27) Orações sinceras a Jeová Deus podem expor quaisquer desejos errados que talvez tenhamos e nos ajudar a mudar antes que fiquem arraigados. Esposas cristãs talvez desejem muito que seus maridos sirvam como servos ministeriais ou anciãos. Essas irmãs podem agir em harmonia com os sentimentos que expressam em suas orações por se esforçarem em ter um comportamento exemplar. Isso é importante, porque as palavras e a conduta da família de um homem influem muito no conceito que a congregação tem dele. w09 15/11 1:15, 16
domingo, 25 de setembro de 2011
Domingo, 25 de setembro
Quem quiser tome de graça a água da vida. — Rev. 22:17.
Um convite geral tem sido estendido aos humanos por meio de espírito santo. Esse convite é para ‘vir’ e saciar a sede com um tipo muito especial de água. Não é uma água comum, composta de duas partes de hidrogênio e uma de oxigênio. Embora a água literal seja essencial para a vida na Terra, Jesus se referia a um tipo diferente de água quando disse a uma mulher samaritana junto a um poço: “Quem beber da água que eu lhe der, nunca mais ficará com sede, mas a água que eu lhe der se tornará nele uma fonte de água que borbulha para dar vida eterna.” (João 4:14) A extraordinária água que os humanos são convidados a beber ‘dá vida eterna’. A água da vida representa todas as provisões de Deus para livrar do pecado e da morte os humanos obedientes e lhes dar vida perfeita sem fim no Paraíso na Terra. — 1 João 4:9, 10. w10 15/2 3:3, 4
Um convite geral tem sido estendido aos humanos por meio de espírito santo. Esse convite é para ‘vir’ e saciar a sede com um tipo muito especial de água. Não é uma água comum, composta de duas partes de hidrogênio e uma de oxigênio. Embora a água literal seja essencial para a vida na Terra, Jesus se referia a um tipo diferente de água quando disse a uma mulher samaritana junto a um poço: “Quem beber da água que eu lhe der, nunca mais ficará com sede, mas a água que eu lhe der se tornará nele uma fonte de água que borbulha para dar vida eterna.” (João 4:14) A extraordinária água que os humanos são convidados a beber ‘dá vida eterna’. A água da vida representa todas as provisões de Deus para livrar do pecado e da morte os humanos obedientes e lhes dar vida perfeita sem fim no Paraíso na Terra. — 1 João 4:9, 10. w10 15/2 3:3, 4
sábado, 24 de setembro de 2011
O sangue é vital para a vida
Como pode o sangue salvar a sua vida? Isto, sem dúvida, lhe interessa, pois o sangue está vinculado à sua vida. O sangue transporta oxigênio pelo seu corpo, remove o gás carbônico, ajuda-o a adaptar-se às mudanças de temperatura, e auxilia-o a combater as doenças.
A vinculação da vida ao sangue foi feita muito antes de William Harvey ter mapeado o sistema circulatório, em 1628. A ética básica das principais religiões se focaliza num Dador da Vida, que se expressou sobre a vida e sobre o sangue. Um advogado judeu-cristão disse a respeito dele: “Ele mesmo dá a todos vida, e fôlego, e todas as coisas. Pois, por meio dele temos vida, e nos movemos, e existimos.”
As pessoas que acreditam em tal Dador da Vida confiam que suas orientações são para nosso bem duradouro. Um profeta hebreu descreveu-o como “Aquele que te ensina a tirar proveito, Aquele que te faz pisar no caminho em que deves andar”.
Essa garantia, dada em Isaías 48:17, faz parte da Bíblia, livro respeitado por valores éticos que podem trazer benefícios a todos nós. O que diz ela a respeito da utilização humana do sangue? Será que mostra como vidas podem ser salvas pelo sangue? Na realidade, a Bíblia mostra claramente que o sangue é mais do que um complexo líquido biológico. Ela menciona o sangue mais de 400 vezes, e algumas destas referências envolvem a salvação de vidas.
Em uma das primeiras referências ao sangue, o Criador declarou: “Tudo que vive e se move vos servirá de comida. . . . Contudo não deveis comer carne com vida, isto é, com sangue.” Ele acrescentou: “Pedirei contas de vosso sangue que é vossa vida”, e então condenou o homicídio. (Gênesis 9:3-6, Bíblia Vozes) Ele disse isso a Noé, um ancestral comum e altamente estimado pelos judeus, pelos muçulmanos e pelos cristãos. Toda a humanidade foi assim avisada de que, no conceito do Criador, o sangue representa a vida. Tratava-se de mais do que uma regra dietética. É evidente que estava envolvido um princípio moral. O sangue humano tem grande significado e não deve ser mal empregado. O Criador, mais tarde, acrescentou pormenores, por meio dos quais podemos facilmente depreender as questões morais que ele vincula ao sangue vital.
Ele novamente se referiu ao sangue ao dar a Israel o código da Lei. Ao passo que muitos respeitam a sabedoria e a ética daquele código, poucos estão cônscios de suas sérias leis sobre o sangue. Por exemplo: “Se alguém da casa de Israel, ou dos estrangeiros que residirem entre eles, tomar qualquer sangue, eu porei a Minha face contra a pessoa que toma o sangue, e a cortarei de entre seus parentes. Pois a vida da carne está no sangue.” (Levítico 17:10, 11, versão judaica Tanakh) Deus então explicou o que um caçador devia fazer com um animal morto: “Ele deve derramar o seu sangue e cobri-lo de terra. . . . Não deveis tomar o sangue de carne alguma, pois a vida de toda carne é o seu sangue. Qualquer pessoa que tomar dele será cortada.” — Levítico 17:13, 14, Ta.
Os cientistas sabem agora que o código da Lei judaica promovia a boa saúde. Ele exigia, para exemplificar, que os excrementos fossem colocados fora do acampamento e cobertos, e que as pessoas não comessem carne que contivesse alto risco de doenças. (Levítico 11:4-8, 13; 17:15; Deuteronômio 23:12, 13) Ao passo que a lei sobre o sangue tinha aspectos relativos à saúde, havia muito mais envolvido. O sangue tinha um significado simbólico. Representava a vida concedida pelo Criador. As pessoas, ao tratarem o sangue como algo especial, demonstravam que dependiam Dele para viver. Sim, o motivo principal pelo qual elas não deveriam tomar sangue era, não que o sangue era ruim para a saúde, mas que o sangue tinha um significado especial para Deus.
A Lei repetidas vezes declarava a proscrição do Criador a se tomar sangue para sustentar a vida. “Não o deves comer [i.e., o sangue]. Derrama-o na terra, como água. Não o comas, para seres feliz com teus filhos, fazendo o que é reto.” — Deuteronômio 12:23-25, Bíblia Vozes; 15:23; Levítico 7:26, 27; Ezequiel 33:25.
Contrário ao raciocínio de alguns hoje, a lei de Deus sobre o sangue não deveria ser desconsiderada numa emergência. Alguns soldados israelitas, em certa crise de tempo de guerra, mataram animais e ‘foram comê-los junto com o sangue’. Tratando-se duma emergência, era-lhes permissível sustentar a vida com sangue? Não. Seu comandante indicou-lhes que seu proceder ainda constituía um grave erro. (1 Samuel 14:31-35) Assim sendo, por mais preciosa que seja a vida, nosso Dador da Vida jamais disse que suas normas poderiam ser desconsideradas em caso de emergência.
A vinculação da vida ao sangue foi feita muito antes de William Harvey ter mapeado o sistema circulatório, em 1628. A ética básica das principais religiões se focaliza num Dador da Vida, que se expressou sobre a vida e sobre o sangue. Um advogado judeu-cristão disse a respeito dele: “Ele mesmo dá a todos vida, e fôlego, e todas as coisas. Pois, por meio dele temos vida, e nos movemos, e existimos.”
As pessoas que acreditam em tal Dador da Vida confiam que suas orientações são para nosso bem duradouro. Um profeta hebreu descreveu-o como “Aquele que te ensina a tirar proveito, Aquele que te faz pisar no caminho em que deves andar”.
Essa garantia, dada em Isaías 48:17, faz parte da Bíblia, livro respeitado por valores éticos que podem trazer benefícios a todos nós. O que diz ela a respeito da utilização humana do sangue? Será que mostra como vidas podem ser salvas pelo sangue? Na realidade, a Bíblia mostra claramente que o sangue é mais do que um complexo líquido biológico. Ela menciona o sangue mais de 400 vezes, e algumas destas referências envolvem a salvação de vidas.
Em uma das primeiras referências ao sangue, o Criador declarou: “Tudo que vive e se move vos servirá de comida. . . . Contudo não deveis comer carne com vida, isto é, com sangue.” Ele acrescentou: “Pedirei contas de vosso sangue que é vossa vida”, e então condenou o homicídio. (Gênesis 9:3-6, Bíblia Vozes) Ele disse isso a Noé, um ancestral comum e altamente estimado pelos judeus, pelos muçulmanos e pelos cristãos. Toda a humanidade foi assim avisada de que, no conceito do Criador, o sangue representa a vida. Tratava-se de mais do que uma regra dietética. É evidente que estava envolvido um princípio moral. O sangue humano tem grande significado e não deve ser mal empregado. O Criador, mais tarde, acrescentou pormenores, por meio dos quais podemos facilmente depreender as questões morais que ele vincula ao sangue vital.
Ele novamente se referiu ao sangue ao dar a Israel o código da Lei. Ao passo que muitos respeitam a sabedoria e a ética daquele código, poucos estão cônscios de suas sérias leis sobre o sangue. Por exemplo: “Se alguém da casa de Israel, ou dos estrangeiros que residirem entre eles, tomar qualquer sangue, eu porei a Minha face contra a pessoa que toma o sangue, e a cortarei de entre seus parentes. Pois a vida da carne está no sangue.” (Levítico 17:10, 11, versão judaica Tanakh) Deus então explicou o que um caçador devia fazer com um animal morto: “Ele deve derramar o seu sangue e cobri-lo de terra. . . . Não deveis tomar o sangue de carne alguma, pois a vida de toda carne é o seu sangue. Qualquer pessoa que tomar dele será cortada.” — Levítico 17:13, 14, Ta.
Os cientistas sabem agora que o código da Lei judaica promovia a boa saúde. Ele exigia, para exemplificar, que os excrementos fossem colocados fora do acampamento e cobertos, e que as pessoas não comessem carne que contivesse alto risco de doenças. (Levítico 11:4-8, 13; 17:15; Deuteronômio 23:12, 13) Ao passo que a lei sobre o sangue tinha aspectos relativos à saúde, havia muito mais envolvido. O sangue tinha um significado simbólico. Representava a vida concedida pelo Criador. As pessoas, ao tratarem o sangue como algo especial, demonstravam que dependiam Dele para viver. Sim, o motivo principal pelo qual elas não deveriam tomar sangue era, não que o sangue era ruim para a saúde, mas que o sangue tinha um significado especial para Deus.
A Lei repetidas vezes declarava a proscrição do Criador a se tomar sangue para sustentar a vida. “Não o deves comer [i.e., o sangue]. Derrama-o na terra, como água. Não o comas, para seres feliz com teus filhos, fazendo o que é reto.” — Deuteronômio 12:23-25, Bíblia Vozes; 15:23; Levítico 7:26, 27; Ezequiel 33:25.
Contrário ao raciocínio de alguns hoje, a lei de Deus sobre o sangue não deveria ser desconsiderada numa emergência. Alguns soldados israelitas, em certa crise de tempo de guerra, mataram animais e ‘foram comê-los junto com o sangue’. Tratando-se duma emergência, era-lhes permissível sustentar a vida com sangue? Não. Seu comandante indicou-lhes que seu proceder ainda constituía um grave erro. (1 Samuel 14:31-35) Assim sendo, por mais preciosa que seja a vida, nosso Dador da Vida jamais disse que suas normas poderiam ser desconsideradas em caso de emergência.
Sábado, 24 de setembro
Ao chegar sobre vós o espírito santo, recebereis poder e sereis testemunhas de mim tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria, e até à parte mais distante da terra. — Atos 1:8.
O ressuscitado Jesus disse aos seus discípulos as palavras acima. A obra que então se iniciou está sendo realizada hoje em escala sem precedentes. Cerca de 7 milhões de Testemunhas de Jeová estão declarando a mensagem do Reino em mais de 230 terras, dedicando quase 1,5 bilhão de horas por ano ao ministério. Como é emocionante participar zelosamente nessa obra que jamais se repetirá! Assim como no primeiro século, a atual obra de pregação mundial é dirigida pelo espírito de Deus. Se nos deixarmos guiar pelo espírito, mostraremos “maior franqueza no falar” no nosso ministério. (Atos 28:31) Portanto, sejamos sempre guiados pelo espírito ao declarar as boas novas do Reino de Deus! w10 15/2 1:17, 18
O ressuscitado Jesus disse aos seus discípulos as palavras acima. A obra que então se iniciou está sendo realizada hoje em escala sem precedentes. Cerca de 7 milhões de Testemunhas de Jeová estão declarando a mensagem do Reino em mais de 230 terras, dedicando quase 1,5 bilhão de horas por ano ao ministério. Como é emocionante participar zelosamente nessa obra que jamais se repetirá! Assim como no primeiro século, a atual obra de pregação mundial é dirigida pelo espírito de Deus. Se nos deixarmos guiar pelo espírito, mostraremos “maior franqueza no falar” no nosso ministério. (Atos 28:31) Portanto, sejamos sempre guiados pelo espírito ao declarar as boas novas do Reino de Deus! w10 15/2 1:17, 18
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Sexta-feira, 23 de setembro
Considero também, deveras, todas as coisas como perda, por causa do valor superior do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor. Por causa dele tenho aceito a perda de todas as coisas e as considero como uma porção de refugo. — Fil. 3:8.
Antes de se tornar cristão, o apóstolo Paulo estava sendo preparado para ser bem-sucedido no sistema judaico. É provável que por volta dos 13 anos ele tenha se mudado de sua cidade natal, Tarso, para Jerusalém a fim de ser instruído por Gamaliel, respeitado instrutor da Lei. (Atos 22:3) Com o tempo, Paulo passou a se destacar entre seus contemporâneos e, se tivesse continuado assim, talvez se tornasse alguém muito famoso no judaísmo. (Gál. 1:13, 14) Quando aceitou as boas novas e dedicou-se à pregação, ele deixou tudo isso para trás. Será que Paulo se arrependeu da escolha que fez? Não, conforme mostra o texto de hoje. Como Paulo, os cristãos hoje fazem sacrifícios por causa das boas novas. — Mar. 10:29, 30. w09 15/9 4:13, 14
Antes de se tornar cristão, o apóstolo Paulo estava sendo preparado para ser bem-sucedido no sistema judaico. É provável que por volta dos 13 anos ele tenha se mudado de sua cidade natal, Tarso, para Jerusalém a fim de ser instruído por Gamaliel, respeitado instrutor da Lei. (Atos 22:3) Com o tempo, Paulo passou a se destacar entre seus contemporâneos e, se tivesse continuado assim, talvez se tornasse alguém muito famoso no judaísmo. (Gál. 1:13, 14) Quando aceitou as boas novas e dedicou-se à pregação, ele deixou tudo isso para trás. Será que Paulo se arrependeu da escolha que fez? Não, conforme mostra o texto de hoje. Como Paulo, os cristãos hoje fazem sacrifícios por causa das boas novas. — Mar. 10:29, 30. w09 15/9 4:13, 14
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Quinta-feira, 22 de setembro
Persisti em andar por espírito. — Gál. 5:16.
Precisamos do espírito de Deus para levar uma vida dedicada a ele. Seu alvo é servir a Jeová para sempre. Por meio da Bíblia e da organização de Deus, dirigida pelo espírito, a força ativa de Deus o impelirá na direção correta. Se você estuda com as Testemunhas de Jeová e frequenta as reuniões cristãs, mas ainda precisa dar os passos vitais da dedicação e batismo, pergunte-se: ‘Por que hesitar nesse sentido?’ Se você reconhece o papel atual do espírito santo na realização da vontade de Jeová e aprecia sua operação, então dê os passos que você sabe ser corretos. Jeová o abençoará muito por isso e lhe dará generosamente de seu espírito santo. Se você já é batizado há anos ou décadas, com certeza tem sentido a influência do espírito santo. Tem visto e sentido como Deus pode fortalecê-lo com seu espírito. Poderá ser assim — para todo o sempre. Portanto, esteja decidido a persistir em andar por espírito santo. w10 15/3 2:17, 18
Precisamos do espírito de Deus para levar uma vida dedicada a ele. Seu alvo é servir a Jeová para sempre. Por meio da Bíblia e da organização de Deus, dirigida pelo espírito, a força ativa de Deus o impelirá na direção correta. Se você estuda com as Testemunhas de Jeová e frequenta as reuniões cristãs, mas ainda precisa dar os passos vitais da dedicação e batismo, pergunte-se: ‘Por que hesitar nesse sentido?’ Se você reconhece o papel atual do espírito santo na realização da vontade de Jeová e aprecia sua operação, então dê os passos que você sabe ser corretos. Jeová o abençoará muito por isso e lhe dará generosamente de seu espírito santo. Se você já é batizado há anos ou décadas, com certeza tem sentido a influência do espírito santo. Tem visto e sentido como Deus pode fortalecê-lo com seu espírito. Poderá ser assim — para todo o sempre. Portanto, esteja decidido a persistir em andar por espírito santo. w10 15/3 2:17, 18
Todo o Sofrimento Acabará em breve
Em algum momento na vida, você provavelmente já se perguntou: “Por que há tanto sofrimento?” Há milhares de anos, o homem vem sofrendo muito devido a guerras, pobreza, calamidades, violência, injustiça, doenças e morte. Nunca houve tanto sofrimento como nos últimos cem anos. Será que um dia isso tudo vai acabar?
Que consolo é saber que vai, sim, e muito em breve! A Palavra de Deus, a Bíblia, declara: “O iníquo não mais existirá . . . mas os próprios mansos possuirão a terra e deveras se deleitarão na abundância de paz.” Por quanto tempo? “Os próprios justos possuirão a terra e residirão sobre ela para todo o sempre.” — Salmo 37:10, 11, 29.
Depois que Deus acabar com a maldade e o sofrimento, a Terra será transformada num paraíso. Então, as pessoas vão poder viver para sempre com saúde perfeita e plena felicidade. A Palavra de Deus prediz: “[Deus] enxugará dos seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem clamor, nem dor.” — Revelação [Apocalipse] 21:4.
Nesse novo mundo, até os mortos viverão novamente e desfrutarão dessas bênçãos: “Há de haver uma ressurreição tanto de justos como de injustos.” (Atos 24:15) É por isso que Jesus pôde dizer o seguinte a um criminoso arrependido que demonstrou ter fé nele: “Estarás comigo no Paraíso.” — Lucas 23:43.
Por que surgiu o sofrimento?
Por que Deus deixou que o sofrimento tivesse início, visto que seu propósito era que a humanidade tivesse um futuro maravilhoso? Por que ele permite que exista por tanto tempo?
Deus criou Adão e Eva com corpo e mente perfeitos, e os colocou num jardim paradísico, onde receberam trabalho agradável para fazer. A Bíblia declara: “Deus viu tudo o que tinha feito, e eis que era muito bom.” (Gênesis 1:31) Se tivessem obedecido a Deus, Adão e Eva gerariam filhos perfeitos, e a Terra teria se tornado um paraíso global, onde as pessoas viveriam para sempre em paz e felicidade.
Deus deu a Adão e Eva o maravilhoso dom do livre-arbítrio como parte da natureza humana, ou seja, eles não foram criados como robôs. No entanto, para continuarem vivendo felizes, precisavam usar o livre-arbítrio da maneira correta: obedecendo às leis de Deus. É conforme Deus diz: “Eu, Jeová, sou teu Deus, Aquele que te ensina a tirar proveito, Aquele que te faz pisar no caminho em que deves andar.” (Isaías 48:17) Usar mal o livre-arbítrio acabaria em desgraça, visto que o homem não foi feito para ter êxito na vida independente de Deus. A Bíblia diz: “Não é do homem terreno o seu caminho. Não é do homem que anda o dirigir o seu passo.” — Jeremias 10:23.
Infelizmente, nossos primeiros pais acharam que poderiam ser independentes de Deus e ainda assim ser bem-sucedidos. Mas, ao rejeitarem sua liderança, Deus não permitiu que eles continuassem perfeitos. Então, começaram a degenerar-se até que finalmente envelheceram e morreram. E nós, segundo as leis da genética, herdamos deles a imperfeição e a morte. — Romanos 5:12.
Que consolo é saber que vai, sim, e muito em breve! A Palavra de Deus, a Bíblia, declara: “O iníquo não mais existirá . . . mas os próprios mansos possuirão a terra e deveras se deleitarão na abundância de paz.” Por quanto tempo? “Os próprios justos possuirão a terra e residirão sobre ela para todo o sempre.” — Salmo 37:10, 11, 29.
Depois que Deus acabar com a maldade e o sofrimento, a Terra será transformada num paraíso. Então, as pessoas vão poder viver para sempre com saúde perfeita e plena felicidade. A Palavra de Deus prediz: “[Deus] enxugará dos seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem clamor, nem dor.” — Revelação [Apocalipse] 21:4.
Nesse novo mundo, até os mortos viverão novamente e desfrutarão dessas bênçãos: “Há de haver uma ressurreição tanto de justos como de injustos.” (Atos 24:15) É por isso que Jesus pôde dizer o seguinte a um criminoso arrependido que demonstrou ter fé nele: “Estarás comigo no Paraíso.” — Lucas 23:43.
Por que surgiu o sofrimento?
Por que Deus deixou que o sofrimento tivesse início, visto que seu propósito era que a humanidade tivesse um futuro maravilhoso? Por que ele permite que exista por tanto tempo?
Deus criou Adão e Eva com corpo e mente perfeitos, e os colocou num jardim paradísico, onde receberam trabalho agradável para fazer. A Bíblia declara: “Deus viu tudo o que tinha feito, e eis que era muito bom.” (Gênesis 1:31) Se tivessem obedecido a Deus, Adão e Eva gerariam filhos perfeitos, e a Terra teria se tornado um paraíso global, onde as pessoas viveriam para sempre em paz e felicidade.
Deus deu a Adão e Eva o maravilhoso dom do livre-arbítrio como parte da natureza humana, ou seja, eles não foram criados como robôs. No entanto, para continuarem vivendo felizes, precisavam usar o livre-arbítrio da maneira correta: obedecendo às leis de Deus. É conforme Deus diz: “Eu, Jeová, sou teu Deus, Aquele que te ensina a tirar proveito, Aquele que te faz pisar no caminho em que deves andar.” (Isaías 48:17) Usar mal o livre-arbítrio acabaria em desgraça, visto que o homem não foi feito para ter êxito na vida independente de Deus. A Bíblia diz: “Não é do homem terreno o seu caminho. Não é do homem que anda o dirigir o seu passo.” — Jeremias 10:23.
Infelizmente, nossos primeiros pais acharam que poderiam ser independentes de Deus e ainda assim ser bem-sucedidos. Mas, ao rejeitarem sua liderança, Deus não permitiu que eles continuassem perfeitos. Então, começaram a degenerar-se até que finalmente envelheceram e morreram. E nós, segundo as leis da genética, herdamos deles a imperfeição e a morte. — Romanos 5:12.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Terça-feira, 20 de setembro
Não podeis trabalhar como escravos para Deus e para as Riquezas. — Mat. 6:24.
Dedicar-nos a Jeová e viver em harmonia com essa dedicação por fazer a Sua vontade resulta em mais felicidade do que dedicar-se a qualquer outra coisa ou pessoa. Por exemplo, muitos dedicam a vida à busca de riqueza material sem nunca alcançar verdadeira felicidade e genuína satisfação. Por outro lado, os que se dedicam a Jeová encontram felicidade duradoura. A honra de ser “colaboradores de Deus” os deixa felizes, embora sua dedicação não seja a uma obra, mas sim ao nosso apreciativo Deus. (1 Cor. 3:9) Ninguém poderia ter maior apreço pela abnegação deles do que Jeová. Ele até mesmo restaurará a juventude dos leais, para que possam se beneficiar para sempre de seus cuidados. (Jó 33:25; Heb. 6:10) Dedicar a sua vida a Jeová leva você a uma relação achegada com ele. A Bíblia diz: “Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós.” — Tia. 4:8. w10 15/1 1:18, 19
Dedicar-nos a Jeová e viver em harmonia com essa dedicação por fazer a Sua vontade resulta em mais felicidade do que dedicar-se a qualquer outra coisa ou pessoa. Por exemplo, muitos dedicam a vida à busca de riqueza material sem nunca alcançar verdadeira felicidade e genuína satisfação. Por outro lado, os que se dedicam a Jeová encontram felicidade duradoura. A honra de ser “colaboradores de Deus” os deixa felizes, embora sua dedicação não seja a uma obra, mas sim ao nosso apreciativo Deus. (1 Cor. 3:9) Ninguém poderia ter maior apreço pela abnegação deles do que Jeová. Ele até mesmo restaurará a juventude dos leais, para que possam se beneficiar para sempre de seus cuidados. (Jó 33:25; Heb. 6:10) Dedicar a sua vida a Jeová leva você a uma relação achegada com ele. A Bíblia diz: “Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós.” — Tia. 4:8. w10 15/1 1:18, 19
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