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loucos por blog

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Acharás o próprio conhecimento de Deus. — Pro. 2:5.

O que você considera na sua Adoração em Família? Alguns leem a Bíblia, pesquisam versículos que levantam perguntas e fazem breves anotações explicativas na própria Bíblia. Muitas famílias tomam tempo para fazer aplicação da matéria às suas necessidades. Alguns chefes de família escolhem matérias que acham importantes para a família, ou que tratam de assuntos ou perguntas que a família pediu para considerar. Jesus disse que o espírito atuaria como ajudador. Portanto, não devemos nos esquivar de estudar as verdades mais profundas da Palavra de Deus. Essas verdades são parte do precioso “conhecimento de Deus”, e somos convidados a pesquisá-las. (Pro. 2:1-5) Elas revelam muito a respeito das “coisas que Deus tem preparado para os que o amam”. O espírito santo nos ajudará no nosso empenho de aprender mais sobre a Palavra de Jeová, pois “o espírito pesquisa todas as coisas, até mesmo as coisas profundas de Deus”. — 1 Cor. 2:9, 10. w10 15/7 4:17, 18

terça-feira, 24 de julho de 2012

Os dois se tornarão uma só carne. — Efé. 5:31.

Jeová espera que o marido se apegue lealmente à esposa, sempre lhe mostrando benevolência. O marido, então, não expõe as falhas da esposa em público nem fala dela de modo depreciativo. Ele tem prazer em elogiá-la. (Pro. 31:28) Se surgir uma desavença, a benevolência impedirá que o marido use a língua para humilhar a esposa. A benevolência deve também governar a língua da esposa. O seu modo de falar não deve ser influenciado pelo espírito do mundo. Tendo “profundo respeito pelo seu marido” ela fala bem dele em público, aumentando assim o respeito que outros talvez já tenham por ele. (Efé. 5:33) Por não querer minar o respeito dos filhos pelo pai, ela evita discordar dele ou questionar sua opinião na frente deles. ‘A mulher realmente sábia edifica a sua casa’, diz a Bíblia. (Pro. 14:1) O seu lar é um lugar agradável e confortável para toda a família.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Tomai a dianteira em dar honra uns aos outros. — Rom. 12:10. Há muitas maneiras de honrar os irmãos. Por exemplo, além de nosso tempo, devemos dar-lhes também nossa atenção. Jeová dá o exemplo. O salmista Davi declara: “Os olhos de Jeová estão atentos aos justos e seus ouvidos estão atentos ao seu clamor por ajuda.” (Sal. 34:15) Nós nos esforçamos em imitar a Jeová por voltar os olhos e os ouvidos — nossa plena atenção — aos nossos irmãos, em especial quando nos pedem ajuda. Por fazermos isso, nós os honramos. Também buscamos oportunidades para sermos os primeiros em expressar honra a todos, incluindo os humildes. Por darmos esses passos, fortalecemos os vínculos de amor e união fraternal na congregação. Portanto, continuemos todos não apenas a dar honra mas, em especial, a tomar a dianteira em ho

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Deus sabia que Adão e Eva pecariam?

MUITOS desejam sinceramente saber a resposta a essa pergunta. Quando se fala sobre por que Deus permitiu a maldade, as pessoas logo se lembram do pecado do primeiro casal humano no jardim do Éden. A ideia de que ‘Deus sabe tudo’ pode facilmente levar alguns a concluir que Deus sabia de antemão que Adão e Eva o desobedeceriam. Quais seriam as implicações se, de fato, Deus já soubesse que esse casal perfeito pecaria? Essa ideia atribuiria a Deus muitas características negativas, fazendo-o parecer desamoroso, injusto e falso. Alguns poderiam achar uma crueldade expor os primeiros humanos a algo que estava fadado ao fracasso. Pareceria que Deus era o responsável — ou pelo menos, tinha parte da culpa — por toda a maldade e o sofrimento que ocorreu ao longo da história. Para alguns, nosso Criador pareceria até mesmo um tolo. Será que a forma como Jeová Deus é apresentado nas Escrituras combina com essa descrição negativa? Para responder a essa pergunta, vejamos o que a Bíblia diz sobre as obras criativas e a personalidade de Jeová. “Era muito bom” A respeito das obras criativas de Deus, incluindo os primeiros humanos na Terra, o relato de Gênesis diz: “Deus viu tudo o que tinha feito, e eis que era muito bom.” (Gênesis 1:31) Adão e Eva foram criados perfeitos, e se ajustavam completamente ao ambiente na Terra. Não havia nada imperfeito em sua constituição. Com certeza eles eram capazes de agir como Deus queria. Afinal, foram criados “à imagem de Deus”. (Gênesis 1:27) Portanto, eles tinham condições de demonstrar até certo grau as qualidades divinas de sabedoria, amor leal, justiça e bondade. Refletir essas qualidades os ajudaria a tomar decisões que trariam benefícios a si mesmos e alegria ao seu Pai celestial. Jeová concedeu o livre-arbítrio a essas criaturas inteligentes e perfeitas. Assim, eles não foram de maneira alguma programados para agradar a Deus — como se fossem robôs. Pense no seguinte: o que teria mais valor para você, um presente dado mecanicamente ou um presente dado de coração? A resposta é óbvia. Da mesma maneira, teria mais valor para Deus se Adão e Eva tivessem escolhido obedecê-lo por vontade própria. A capacidade de escolher dava ao primeiro casal humano condições de obedecer a Deus por amor. — Deuteronômio 30:19, 20. Justo e bom A Bíblia revela as qualidades de Jeová para nós. Essas qualidades tornam impossível que ele tenha qualquer coisa a ver com o pecado. Jeová “ama a justiça e o juízo”, diz o Salmo 33:5. Assim, Tiago 1:13 observa: “Por coisas más, Deus não pode ser provado, nem prova ele a alguém.” Por justiça e consideração, Deus disse a Adão: “De toda árvore do jardim podes comer à vontade. Mas, quanto à árvore do conhecimento do que é bom e do que é mau, não deves comer dela, porque no dia em que dela comeres, positivamente morrerás.” (Gênesis 2:16, 17) O primeiro casal podia escolher entre a vida eterna e a morte. Será que não seria hipocrisia da parte de Deus alertá-los contra um pecado específico já sabendo que eles fracassariam? Sendo alguém que “ama a justiça e o juízo”, Jeová não teria dado a eles a oportunidade de escolher algo que na verdade já estava definido. Jeová também é extremamente bondoso. (Salmo 31:19) Descrevendo a bondade de Deus, Jesus disse: “Qual é o homem entre vós, cujo filho lhe peça pão — será que lhe entregará uma pedra? Ou talvez lhe peça um peixe — será que lhe entregará uma serpente? Portanto, se vós, embora iníquos, sabeis dar boas dádivas a vossos filhos, quanto mais o vosso Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que lhe pedirem!” (Mateus 7:9-11) Deus dá “boas coisas” a suas criaturas. A forma como Deus criou os humanos e preparou o lar paradísico para eles comprova a sua bondade. Será que esse bondoso Soberano seria tão cruel a ponto de providenciar um belo lar para os humanos sabendo que este lhes seria tirado? Não. Nosso Criador justo e bom não é o culpado pela rebelião do homem.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Pai, glorifica o teu nome. — João 12:28.

Quanto mais se aproximava o momento de sua morte sacrificial, mais Jesus se apercebia do peso de sua responsabilidade. O propósito e a reputação de seu Pai dependiam de Jesus suportar um julgamento injusto e uma morte cruel. Cinco dias antes de morrer, Jesus orou: “Minha alma está aflita agora, e que hei de dizer? Pai, salva-me desta hora. Não obstante, foi por isso que vim a esta hora.” Depois de expressar esses sentimentos humanos naturais, Jesus altruisticamente mudou seu foco para o assunto mais importante e disse as palavras do texto de hoje. Jeová logo respondeu: “Eu tanto o glorifiquei como o glorificarei de novo.” (João 12:27, 28) Sem dúvida, Jesus estava disposto a passar pelo mais severo teste de integridade que um humano já teve de enfrentar. No entanto, ouvir essas palavras de seu Pai celestial com certeza fortaleceu a confiança de Jesus de que teria êxito em magnificar e vindicar a soberania de Jeová. E certamente teve! w10 15/8 1:14

Pai, glorifica o teu nome. — João 12:28.

Quanto mais se aproximava o momento de sua morte sacrificial, mais Jesus se apercebia do peso de sua responsabilidade. O propósito e a reputação de seu Pai dependiam de Jesus suportar um julgamento injusto e uma morte cruel. Cinco dias antes de morrer, Jesus orou: “Minha alma está aflita agora, e que hei de dizer? Pai, salva-me desta hora. Não obstante, foi por isso que vim a esta hora.” Depois de expressar esses sentimentos humanos naturais, Jesus altruisticamente mudou seu foco para o assunto mais importante e disse as palavras do texto de hoje. Jeová logo respondeu: “Eu tanto o glorifiquei como o glorificarei de novo.” (João 12:27, 28) Sem dúvida, Jesus estava disposto a passar pelo mais severo teste de integridade que um humano já teve de enfrentar. No entanto, ouvir essas palavras de seu Pai celestial com certeza fortaleceu a confiança de Jesus de que teria êxito em magnificar e vindicar a soberania de Jeová. E certamente teve! w10 15/8 1:14

terça-feira, 3 de julho de 2012

Aprenda da Palavra de Deus Existe esperança para os mortos?

Este artigo considera algumas perguntas que você talvez tenha e mostra onde encontrar as respostas em sua Bíblia. As Testemunhas de Jeová terão prazer em analisar essas respostas com você.  1. Qual é a esperança para os mortos? Quando Jesus chegou a Betânia, perto de Jerusalém, já fazia quatro dias que seu amigo Lázaro estava morto. Jesus foi ao túmulo com Marta e Maria, as irmãs de Lázaro. Logo juntou-se ali uma multidão. Consegue imaginar a felicidade de Marta e Maria quando Jesus trouxe Lázaro de volta à vida? — Leia João 11:20-24, 38-44. Marta acreditava que os mortos seriam ressuscitados. Os servos fiéis de Jeová já por muito tempo sabem que, no futuro, Deus ressuscitará os mortos para viverem na Terra novamente. — Leia Jó 14:14, 15.  2. Qual é a condição dos mortos? A Bíblia fala de uma força de vida, ou “espírito”, que mantém a vida de humanos e animais. Mas isso não quer dizer que nós somos espíritos que meramente habitam num corpo espiritual. (Eclesiastes 3:19; Gênesis 7:21, 22) Somos criaturas físicas feitas do pó. (Gênesis 2:7; 3:19) Quando nosso cérebro morre, nossos pensamentos acabam. Por isso, depois de ser ressuscitado, Lázaro não falou nada sobre como era estar morto porque os mortos estão inconscientes. — Leia o Salmo 146:4; Eclesiastes 9:5, 10. Naturalmente, os mortos não sofrem. Portanto, o ensino de que Deus atormenta as pessoas depois da morte é falso. É uma calúnia contra ele. A ideia de atormentar pessoas no fogo é detestável para Deus. — Leia Jeremias 32:35.  3. Podemos falar com os mortos? Os mortos não falam. (Salmo 115:17) Mas quando os anjos maus falam com as pessoas, eles fingem ser o espírito da pessoa morta. (2 Pedro 2:4) Jeová proíbe qualquer tentativa de se falar com os mortos. — Leia Deuteronômio 18:10, 11.  4. Quem voltará a viver? No futuro novo mundo, milhões de pessoas que estão na sepultura voltarão a viver. Até mesmo quem praticou coisas ruins por não conhecer a Jeová será ressuscitado. — Leia Lucas 23:43; Atos 24:15. Os ressuscitados poderão aprender a verdade sobre Deus e exercer fé em Jesus por obedecê-lo. (Revelação [Apocalipse] 20:11-13) Os que voltarem a viver e fizerem coisas boas usufruirão a vida para sempre na Terra. No entanto, alguns ressuscitados continuarão a fazer coisas más. A ressurreição deles será “uma ressurreição de julgamento”. — Leia João 5:28, 29.  5. O que a ressurreição nos ensina sobre Jeová? A ressurreição é possível porque Deus enviou seu Filho para dar sua vida a nosso favor. Assim, a ressurreição é uma expressão do amor e da benignidade imerecida de Jeová. — Leia João 3:16; Romanos 6:23. Para mais informações, veja os capítulos 6 e 7 deste livro, O Que a Bíblia Realmente Ensina?, publicado pelas Testemunhas de Jeová.