sexta-feira, 31 de agosto de 2012
“Que horas são?”
Do correspondente de “Despertai!” na República Federal da Alemanha
“QUE horas são?” “Exatamente 8,30”, foi a resposta. “Muito obrigado, tenho de pegar um trem, e meu relógio parou.”
Atualmente, esta consciência precisa do tempo é considerada corriqueira. Contudo, em grande parte da história humana, a preocupação com segundos, minutos e até mesmo horas, era desconhecida. Com o tempo, porém, fizeram-se esforços de medir curtos períodos de tempo.
Sem dúvida o instrumento mais primitivo de medição do tempo, feito pelo homem, era o relógio solar. Sua desvantagem básica é bem expressa pelo provérbio: “Faça como o relógio solar. Só conte os dias ensolarados.” No que tangia a maior fidedignidade, era necessário um medidor de tempo que pudesse funcionar sem o benefício do bom tempo. O relógio de água, mais tarde chamado de clepsidra, satisfez tal necessidade. À medida que a água fluía de um vaso, por meio de pequena abertura, para um cilindro, a água que subia gradualmente no cilindro fornecia a base da leitura da hora.
O relógio de areia ou ampulheta operava segundo este mesmo princípio. Ainda é ocasionalmente usado como relógio para cozer ovos. Daí, havia o relógio de óleo. O óleo servia de combustível para uma lâmpada, e podia-se medir o tempo pela quantidade de óleo usada.
Tanto os relógios de areia como de óleo tinham suas limitações. Por um lado, não funcionavam devidamente quando movidos de um lado para outro. Com o passar do tempo, os homens começaram a reconhecer que havia necessidade de um relógio portátil que continuasse a medir o tempo. Isto se tornou possível com a descoberta do relógio de rodas, o próximo passo no aperfeiçoamento da medição de tempo.
O Relógio de Rodas
Grandes relógios de rodas são mencionados na Divina Comédia, de Dante, escrita no século 13. Tais relógios foram usados de modo extensivo no século 14. Os primeiros relógios portáteis podem ser remontados ao mecânico Peter Henlein, de Nurembergue, Alemanha. Por volta de 1500, aperfeiçoou o primeiro relógio de bolso. Funcionava por 40 horas e assinalava cada hora.
Desde então, muitos aperfeiçoamentos foram feitos. Aperfeiçoaram-se a fidedignidade e exatidão, diminuiu-se o peso e introduziu-se a produção em massa. Em resultado, o relógio veio a gozar de uso universal.
Mas, exatamente quão preciso pode ser um relógio de rodas? Choques, mudanças de temperatura, erros de posição e os do isocronismo influem na exatidão. O que é considerado um relógio de rodas de muita exatidão é um que varia não mais de 0,6 dum segundo por dia, numa mudança de temperatura de um grau centígrado.
Relógios Mais Precisos
No entanto, o alto grau de mecanização, automatização e pesquisa científica hodiernas exige um medir de tempo mais preciso. O primeiro avanço real neste campo foi o aperfeiçoamento do relógio de cristal de quartzo. Foi introduzido no mundo em 1934. O relógio de cristal de quartzo ultrapassou a exatidão do relógio de pêndulo, sendo cerca de 10 vezes mais exato.
Como funciona? Ao passo que há sistemas variados, a base é a mesma. As vibrações dum cristal de quartzo determinam a freqüência duma corrente alternada. Tal corrente pode ser amplificada e reduzida por um divisor de freqüência e, por meio de um mecanismo, pode ser aplicado a um mostrador de relógio. Digamos, por exemplo, que um cristal de quartzo possua uma freqüência de vibração de um megahertz (um milhão de ciclos por segundo). Isto significaria que vibra um milhão de vezes por segundo. É possível tornar visíveis, num oscilógrafo, tais vibrações elétricas dum cristal de quartzo.
Sem dúvida já viu o mecanismo dum relógio grande ou pequeno, e talvez notou que o movimento rápido do balancim se converte no movimento mais lento do ponteiro de segundos. Tal redução é feita mecanicamente. Num relógio de quartzo, contudo, é conseguida eletronicamente. A freqüência é dividida progressivamente até que possa impulsionar um motor sincronizado ou mancal ligado ao mecanismo e conectado ao mostrador, ou até que possa mostrar a hora por meio de um mostrador digital elétrico. Desta forma, seria teoricamente possível reduzir o erro a 0,0001 segundo por dia — um erro de apenas um segundo a cada 10 anos. No entanto, o quartzo começa a vibrar mais rapidamente ao ficar velho, assim influindo na exatidão dum relógio de quartzo.
Por isso, para certa pesquisa científica, é essencial um medir de tempo mais exato. O relógio atômico preenche tal papel. Tal relógio mede a freqüência da luz que emana ou que é absorvida pelas moléculas ou átomos. Há relógios atômicos que se espera variem apenas um segundo a cada 1.000 anos, ou até mesmo um segundo em 100.000 anos.
Mas pausemos por um instante. Se a pessoa não trabalha num laboratório ou em alguma instituição científica, deveria preocupar-se com um milionésimo dum segundo? Não raro, quando as pessoas estão em férias ou fazendo um trabalho de que gostam, esquecem-se do tempo. Também, quem gostaria de saber que horas são ao contemplar um espetacular pôr-do-sol? Por isso, dependendo das circunstâncias, a pergunta: “Que horas são?” pode ser apropriada ou não.
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Entre os primeiros anos e a adolescência
“Até os 5 anos de idade, seus filhos estão protegidos no ambiente familiar, e é mais fácil incutir boas qualidades neles. Mas é só entrar na escola e eles são expostos a maneiras diferentes de fazer as coisas e maneiras diferentes de falar.” — Valter, Itália.
À MEDIDA que crescem, os filhos exploram os limites de seu mundo em expansão. Eles interagem com mais pessoas — amigos, colegas de escola e parentes. Como Valter disse acima, você deixa de ser a única influência na vida do seu filho. Por isso, é essencial que você aproveite os primeiros anos para ensinar a seu filho o valor da obediência e das boas maneiras. Também é importante orientá-lo a distinguir o certo do errado.
As crianças não nascem com essas habilidades, e leva tempo para aprendê-las. Provavelmente você precisará ‘repreender, advertir e exortar com toda a longanimidade e arte de ensino’. (2 Timóteo 4:2) Os pais israelitas receberam a seguinte ordem sobre as leis de Deus: “Tens de inculcá-las a teu filho, e tens de falar delas sentado na tua casa e andando pela estrada, e ao deitar-te e ao levantar-te.” (Deuteronômio 6:6, 7) Como esse texto mostra, a instrução contínua é fundamental.
A responsabilidade de criar filhos envolve vários desafios. Vejamos alguns deles.
Tempo para ouvir
A Bíblia diz que há um “tempo para falar”, mas também há um tempo para ouvir. (Eclesiastes 3:7) Como você pode ensinar seu filho a prestar atenção enquanto outros — incluindo você — estão falando? Uma maneira é por dar o exemplo. Será que você ouve com atenção os outros, incluindo seus filhos?
As crianças se distraem facilmente, e se comunicar com elas sem dúvida exige muita paciência. Visto que nenhuma criança é igual a outra, seja observador e decida que métodos de comunicação funcionam melhor com seu filho. Por exemplo, David, um pai na Grã-Bretanha, conta: “Eu faço minha filha repetir nas palavras dela o que acabei de dizer. Assim, ela está aprendendo a prestar mais atenção conforme vai ficando mais velha.”
Ao instruir seus discípulos, Jesus lhes disse: “Prestai atenção a como escutais.” (Lucas 8:18) Se os adultos precisam fazer isso, imagine as crianças!
‘Perdoem-se liberalmente’
A Bíblia diz: “Continuai a suportar-vos uns aos outros e a perdoar-vos uns aos outros liberalmente, se alguém tiver razão para queixa contra outro.” (Colossenses 3:13) As crianças podem ser treinadas para aprender a perdoar. Como?
Assim como já foi mencionado a respeito da arte de ouvir, você precisa dar o exemplo. É importante que seus filhos vejam em você a disposição de perdoar outros. Marina, uma mãe na Rússia, se esforça para fazer isso. Ela conta: “Procuramos dar um bom exemplo aos nossos filhos em perdoar outros, fazer concessões e não ficar ofendidos. Quando estou errada, peço desculpas a meus filhos. Quero que eles aprendam a fazer o mesmo com outras pessoas.”
A habilidade de resolver diferenças e perdoar será necessária na vida adulta. Ensine seus filhos desde já a ter consideração pelos outros e a assumir a responsabilidade por seus erros. Por fazer isso, você estará dando a seus filhos um valioso presente que será muito útil em seu desenvolvimento.
‘Mostrem-se gratos’
Nestes “tempos críticos” e “difíceis de manejar” em que vivemos, muitas pessoas são ‘amantes de si mesmas’. (2 Timóteo 3:1, 2) Agora, enquanto seus filhos ainda são pequenos, é o momento ideal para incutir neles um espírito de gratidão. “Mostrai-vos gratos”, escreveu o apóstolo Paulo. — Colossenses 3:15.
Mesmo enquanto são bem novas, as crianças podem aprender a ter boas maneiras e consideração por outros. Como? “O melhor modo de ensinar seus filhos a demonstrar gratidão é por ter o hábito de demonstrá-la em casa”, disse o Dr. Kyle Pruett à revista Parents. Ele acrescentou: “Isso significa que você deve sempre expressar gratidão pela ajuda que recebe ou por outros atos de bondade . . . algo que exige muito treino.”
Richard, um pai na Grã-Bretanha, se esforça em fazer isso: “Eu e minha esposa expressamos gratidão a pessoas que são bondosas conosco, como professores e avós”, diz ele. “Sempre que comemos na casa de uma família, escrevemos depois um cartão de agradecimento, e as crianças o assinam ou fazem desenhos nele.” Ser gentil e mostrar gratidão ajudará seu filho a desenvolver amizades verdadeiras quando for mais velho.
‘Não retenham a disciplina’
À medida que seus filhos crescem, é vital que aprendam que suas ações têm consequências. As crianças, mesmo as bem novas, estão sujeitas à autoridade, não apenas em casa, mas também na escola e na comunidade. Você pode ajudar seus filhos a aprender o princípio de que nós colhemos o que plantamos. (Gálatas 6:7) Como?
A Bíblia diz: “Não retenhas a disciplina.” (Provérbios 23:13) Se você deixou claro que uma ação errada terá uma consequência específica, não tenha medo de cumprir sua palavra. “A coerência é importantíssima”, diz Norma, uma mãe na Argentina. “A falta de coerência incentiva o filho a manipular situações de acordo com a vontade dele.”
Em geral, os pais podem evitar discussões intermináveis por deixar bem claro quais são as consequências da desobediência antes de o erro acontecer, não depois. É mais provável que os filhos aceitem a disciplina quando conhecem as regras, sabem o que acontecerá se as desobedecerem e têm certeza de que não adianta argumentar para escapar das consequências.
É claro que, para que a disciplina funcione, ela não pode ser aplicada com raiva. A Bíblia diz: “Sejam tirados dentre vós toda a amargura maldosa, e ira, e furor, e brado, e linguagem ultrajante.” (Efésios 4:31) A disciplina nunca deve ser cruel nem agressiva — quer em sentido físico, quer emocional.
Mas como se controlar quando seu filho testa sua paciência até o limite? Peter, um pai na Nova Zelândia, diz: “Nem sempre é fácil, mas as crianças precisam aprender que a disciplina é consequência de seus atos, não o resultado da perda de controle dos pais.”
Peter e sua esposa procuram ajudar os filhos a entender os benefícios a longo prazo da disciplina. “Mesmo quando nossos filhos fazem algo muito irritante”, conta ele, “nós conversamos com eles sobre o tipo de pessoa que precisam ser e não nos concentramos no tipo de pessoa que foram”.
‘Seja a sua razoabilidade conhecida’
A respeito da correção que daria ao seu povo, Deus disse: “Terei de castigar-te no devido grau.” (Jeremias 46:28) Você conseguirá os melhores resultados se a correção for justa e proporcional ao erro cometido. Escrevendo aos cristãos em Filipos, Paulo disse: “Seja a vossa razoabilidade conhecida.” — Filipenses 4:5.
Ser razoável inclui corrigir os filhos de um modo que preserve a dignidade deles. Santi, um pai na Itália, diz: “Eu nunca humilho meus filhos, mas procuro identificar a raiz do problema e resolvê-la. Eu não disciplino meus filhos na frente de outras pessoas, nem mesmo na frente um do outro, sempre que possível. E não os ridicularizo por suas falhas em público ou em particular.”
Richard, já mencionado, também percebe os benefícios de ser razoável. “O castigo nunca deve ser cumulativo, em que cada novo erro aumenta a sua severidade”, conta ele. “Depois de ter dado a disciplina, é importante não ficar falando do erro cometido nem relembrando as falhas da criança.”
Criar filhos dá muito trabalho e envolve abrir mão de muitas coisas, mas traz recompensas. Foi isso que Yelena, uma mãe na Rússia, descobriu. Ela conta: “Decidi ter um emprego de meio período para passar mais tempo com meu filho. É verdade que isso exige esforço e resulta numa renda menor. Mas o sacrifício vale a pena, pois vejo quanta alegria isso traz para meu filho e como isso nos une.”
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Faça ele o que quiser. — 1 Cor. 7:36.
Hoje muitos jovens na congregação reconhecem que, quais solteiros, podem “assistir constantemente ao Senhor, sem distração”. (1 Cor. 7:35) Essa é uma real vantagem. As oportunidades são muitas — ser pioneiro, servir onde há mais necessidade de pregadores do Reino, aprender um novo idioma, ajudar na construção de Salões do Reino ou de lares de Betel, cursar a Escola Bíblica para Irmãos Solteiros e servir em Betel. Se você ainda é jovem e solteiro, está aproveitando bem as suas oportunidades? É verdade que a maioria dos jovens gostaria de se casar algum dia, mas há boas razões para não fazer isso precipitadamente. Paulo incentiva os jovens a esperar até que passem da “flor da juventude”, quando o desejo sexual é mais intenso. Requer tempo para conhecer a si mesmo e adquirir a necessária experiência na vida para saber escolher um bom cônjuge. Fazer um voto conjugal é uma decisão séria, que deve valer para o resto da vida. — Ecl. 5:2-5. w11 15/1 3:9, 11
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Todos nós nos comportávamos outrora entre eles em harmonia com os desejos de nossa carne, fazendo as coisas da vontade da carne e dos pensamentos, e éramos por natureza filhos do furor, assim como os demais. — Efé. 2:3.
Desviar-se do mal começa na mente. (Rom. 8:5) Então, como você pode fortalecer sua determinação de rejeitar pensamentos maus? Veja estas cinco maneiras: 1. Ore pela ajuda de Deus. (Mat. 6:9, 13) 2. Medite em personagens bíblicos que não obedeceram a Jeová e nos que obedeceram. Daí pense no que resultou para cada um deles. (1 Cor. 10:8-11) 3. Reflita sobre o dano mental e emocional que o pecado pode causar a você e aos a quem você ama. 4. Pondere sobre como Deus deve se sentir quando um de seus servos comete um pecado grave. (Sal. 78:40, 41) 5. Imagine como Jeová se alegra quando vê um adorador leal rejeitar o mal e fazer o que é correto, em público ou em particular. (Sal. 15:1, 2; Pro. 27:11) Você também pode mostrar que confia em Jeová. w11 15/3 2:6
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Como evitar acidentes de carro
O BARULHO de pneus cantando, metal se retorcendo, vidros quebrando e pessoas gritando talvez seja familiar a alguém que já esteve envolvido num acidente de carro. Segundo a Organização Mundial da Saúde, estima-se que no mundo inteiro 1,2 milhão de pessoas morrem em acidentes de trânsito todos os anos, e mais de 50 milhões ficam feridas.
Mas dar atenção à segurança e ter bom-senso podem ajudar a evitar muitos acidentes. Vejamos como.
Limites de velocidade, cintos de segurança e mensagens de texto
Em algumas estradas, o limite de velocidade pode parecer muito baixo. Mas passar do limite normalmente faz pouca diferença no tempo que levará para você chegar ao seu destino. Por exemplo, ao percorrer uma distância de 80 quilômetros, se você aumentar a velocidade de 100 quilômetros por hora para 120 quilômetros por hora vai poupar apenas 8 minutos. Será que vale a pena correr o risco de sofrer um acidente para ganhar tão pouco tempo?
Como o próprio nome diz, o cinto de segurança é feito para dar segurança. Um órgão público nos Estados Unidos constatou que o uso do cinto de segurança salvou mais de 72 mil vidas entre 2005 e 2009 apenas naquele país. Será que o air bag substitui o cinto de segurança? Não. O air bag funciona em conjunto com o cinto de segurança para proporcionar mais proteção. Sem o cinto de segurança, o air bag perde sua eficiência e pode até ser perigoso. Então, crie o hábito de usar o cinto e insista para que seus passageiros façam o mesmo. Outra palavra de cautela: nunca tente ler ou escrever mensagens no celular enquanto estiver dirigindo.
Condições da pista e do veículo
A aderência dos pneus fica reduzida quando a pista está molhada ou coberta de areia, cascalho ou muito pó. Por diminuir a velocidade, é menos provável que o carro deslize ao frear. Se você costuma dirigir em pistas cobertas de neve ou gelo, pense na possibilidade de obter pneus de neve para usar durante o inverno. Eles têm bandas de rodagem mais profundas e proporcionam mais aderência.
Cruzamentos são perigosos para todos os motoristas. Um especialista recomenda o seguinte: Quando o semáforo fica verde, espere um pouco antes de atravessar o cruzamento. Por fazer isso, você pode evitar ser atingido por um carro que atravessa no farol vermelho.
Manter seu carro em boas condições é fundamental para a prevenção de acidentes. Imagine o que poderia acontecer se os freios falhassem enquanto estivesse dirigindo. Para evitar problemas mecânicos, alguns programam manutenções periódicas feitas por mecânicos competentes. Já outros preferem fazer eles mesmos alguns serviços de manutenção. De qualquer forma, o importante é que as inspeções e os consertos necessários sejam feitos.
Beber e dirigir
Até o motorista mais responsável e cauteloso pode se tornar um perigo na estrada depois de tomar uma bebida alcoólica. Em 2008, nos Estados Unidos, mais de 37 mil pessoas perderam a vida em acidentes de trânsito. Cerca de um terço delas morreu por causa de motoristas alcoolizados. Qualquer quantidade de álcool, por menor que seja, pode afetar suas habilidades ao volante. Alguns decidem evitar por completo bebidas alcoólicas se vão dirigir. Em alguns países, como no Brasil, é proibido dirigir depois de beber praticamente qualquer quantidade de álcool.
Obedecer às leis de trânsito, usar o cinto de segurança, manter o carro em boas condições e não beber antes de dirigir pode proteger sua vida e a de outros. Essas sugestões podem ajudá-lo a prevenir acidentes de trânsito — mas só se você colocá-las em prática.
[Quadro/Foto na página 11]
NÃO DIRIJA COM SONO
“As pessoas precisam ter em mente que dirigir com sono é tão perigoso quanto dirigir embriagado.” Essas palavras, ditas por um representante da Fundação Nacional do Sono dos EUA, mostram o perigo de dirigir com sono. Seria perigoso dirigir se você apresentasse um dos seguintes sintomas:
● Piscar com frequência, sentir as pálpebras pesadas e ter dificuldade em focalizar objetos
● Ter dificuldade para manter a cabeça erguida
● Bocejar excessivamente
● Ter dificuldade para se lembrar dos últimos quilômetros percorridos
● Desperceber as saídas ou placas de sinalização
● Sair de sua faixa sem perceber, colar na traseira de outro veículo ou passar sobre o sonorizador do acostamento
Se você tiver esses sintomas, pare o carro numa área segura para tirar um cochilo ou peça que outro motorista dirija em seu lugar. A sua segurança e a das outras pessoas é mais importante do que qualquer atraso.
[Nota(s) de rodapé]
Lista fornecida pela Fundação Nacional do Sono.
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