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loucos por blog

domingo, 24 de julho de 2011

Pode Este Mundo Sobreviver?

Nenhuma outra geração ouviu falar tanto do fim do mundo como esta. Muitos temem que o mundo acabe num holocausto nuclear. Outros acham que a poluição talvez destrua o mundo. E há quem se preocupe de que o caos econômico lance massas da humanidade umas contra as outras.
Será que este mundo acabará mesmo? Neste caso, o que significará isso? Já houve alguma vez um mundo que findou?
Um Mundo Acaba — Outro o Substitui
Sim, já houve um mundo que findou. Considere o mundo que se tornou muito iníquo nos dias de Noé. A Bíblia explica: “O mundo daquele tempo sofreu destruição, ao ser inundado pela água.” A Bíblia diz também: “[Deus] não se refreou de punir um mundo antigo, mas preservou a Noé, pregador da justiça, junto com mais sete, quando trouxe um dilúvio sobre um mundo de pessoas ímpias.” — 2 Pedro 2:5; 3:6.
Note o que o fim daquele mundo significou e o que não significou. Não resultou no fim da humanidade. Noé e sua família sobreviveram ao Dilúvio global. Assim também o planeta Terra e os belos céus estrelados. O que pereceu foi “um mundo de pessoas ímpias”, um iníquo sistema de coisas.
Com o tempo, ao passo que os descendentes de Noé aumentaram, surgiu outro mundo. Este segundo mundo, ou sistema de coisas, existe até hoje. Sua história está cheia de guerras, crimes e violência. O que acontecerá com este mundo? Será que sobreviverá?
O Futuro Deste Mundo
Depois de dizer que o mundo dos dias de Noé sofreu destruição, o relato bíblico prossegue: “Pela mesma palavra, os céus e a terra que agora existem estão sendo guardados para o fogo.” (2 Pedro 3:7) Deveras, conforme outro escritor bíblico explica: “O mundo [que agora existe] está passando.” — 1 João 2:17.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

O Maior Nome

MILHÕES de homens e de mulheres já viveram e morreram nesta Terra. Na maioria dos casos, seus nomes morreram com eles, e sua lembrança foi esquecida. Mas alguns grandes nomes, tais como Avicena, Edison, Pasteur, Beethoven, Gandhi e Newton, ainda são lembrados. Esses nomes estão relacionados com realizações, descobertas e invenções dos que tinham esses nomes.
No entanto, há um nome maior do que todos os outros — o maior nome. Todas as maravilhas passadas e presentes, no Universo inteiro, estão relacionadas com este nome. A esperança da humanidade, de ter uma longa vida feliz, está relacionada com ele.
Muitos têm desejado conhecer este nome. Procuraram-no e indagaram a respeito dele, mas não o encontraram. Para estes, continuou sendo um mistério. Na realidade, nenhum homem pode descobrir este nome a menos que seu Dono o revele. Felizmente, Deus fez exatamente isso. Em resultado disso, os que crêem nele, nos seus livros e nos seus mensageiros podem chegar a conhecê-lo. Ele revelou seu nome a Adão, depois a Abraão, a Moisés e a outros dos seus servos fiéis da antiguidade.

terça-feira, 19 de julho de 2011

A Salvação da Raça Humana — ao Modo do Reino

O HOMEM não deixará de existir na terra. A raça humana será salva para a vida infindável na terra, em felicidade. Não constitui isso boas novas? Sim, e se baseiam na maior autoridade e vêm da fonte mais fidedigna de informações!
Referimo-nos aos cientistas modernos do século vinte? Dificilmente! Os cientistas prevêem uma enorme catástrofe espacial dentro de alguns milhares de milhões de anos, em que a terra ficaria sujeita ao calor abrasador do sol ou de outros corpos ardentes no espaço, e os habitantes da terra seriam causticados e chamuscados até à morte e a terra carbonizada orbitaria depois em terno do sol como planeta sem vida. Tal previsão de longo alcance dum desastre universal não perturba a geração atual da raça humana. Mas há também previsões de curto alcance, feitas por cientistas que prevêem a extinção da raça humana. Por causa das ameaças a que a geração atual está sujeita, os homens de hoje têm motivos sérios para ficarem perturbados. Portanto, do ponto de vista dos cientistas da atualidade, até mesmo o futuro próximo de toda a humanidade é tenebroso. Mas, são os meros cientistas humanos a autoridade final neste assunto sério? Apesar de todas as suas experiências para descobrir fatos novos e verdades novas, provaram os cientistas com autoridade qual é o objetivo da existência do homem aqui na terra?
Nem mesmo os cientistas podem contradizer que apenas o Criador do homem conhece o objetivo da existência do homem na terra, sim, o motivo pelo qual ele criou a própria terra. Só o Criador sabe por que colocou o homem na terra. De modo que o Criador é a Autoridade Máxima. Visto que ele nunca se mostrou falso, é a fonte mais fidedigna de informações. Por isso não aceitamos uma utopia quando aceitamos dele as boas novas de que a nossa raça humana será salva para a vida infindável em felicidade numa terra embelezada. Por isso nós podemos alegrar e ter bom ânimo.
Podemos, porém, pelo mesmo motivo sossegar e ficar despreocupados? De modo algum! O próprio assunto em consideração sugere que a raça humana da qual somos a parte atual se vê seriamente ameaçada de ser extinguida. A continuação de sua existência está sendo posta em dúvida, não apenas por homens comuns, mas por homens de destaque, por homens informados do mundo. É iminente um desastre. A lua não oferece via de escape. O homem ameaça destruir a si mesmo, se poder fazer o que bem entende. Seus projetos são mais destrutivos ainda nestes dias de ciência avançada.
Os projetos do homem não incluem apenas as armas nucleares e outras da guerra moderna, capazes de genocídio em alta velocidade. Os projetos do homem incluem também seu modo de arruinar a terra em tempo de paz, a saber, pelas suas providências de moradias para o homem, pela sua produção de alimentos para a vida humana, pela sua distribuição destes gêneros alimentícios, pela maneira em que elimina os resíduos das grandes indústrias, pela sua exploração dos recursos naturais da terra e pelo estrago que causa ao meio ambiente natural da humanidade. Os avisos a respeito duma fome mundial dentro de poucos anos não são sem fundamento válido. As fraquezas e a capacidade limitada das Nações Unidas como organização em prol da paz e segurança mundiais se manifestam cada vez mais. Os repetidos conselhos dados às nações, para que resolvam suas diferenças e parem com suas rivalidades dentro de dez anos, para não mergulharem num desastre mundial, se baseiam em bom senso e nas lições da história. Todos nós estamos envolvidos pessoalmente nisso.
Evidentemente, o que se pode esperar do homem não é a salvação científica, mas a destruição da raça humana. Não podemos esperar ser salvos por aquilo que os cientistas chamam de “evolução do homem”, se só puder realizar isso em alguns milhões de anos. Não podemos esperar que os psicólogos e psiquiatras do mundo transformem o modo de pensar da humanidade e induzam os homens a criar uma nova personalidade, a fim de se unirem contra a catástrofe. Não podemos depender de nenhuma força policial internacional, que seja bastante forte, independente e imparcial para fazer as nações comportar-se e tornar esta terra um lugar seguro em que viver.
7 Embora os cientistas não estejam dispostos a admitir isso, é bem evidente que precisamos olhar para além do próprio homem e além do lar terrestre do homem para obter libertação, se a raça humana há de ser salva. Naturalmente, não para alguns míticos “homens de Marte”, vindos de outro planeta em resposta aos nossos chamados por socorro, para virem e nos ajudarem. Nem podemos esperar que nossos astronautas ponham o pé em algum planeta além da lua e tragam de volta algum habitante de lá, com superinteligência e super-humanidade, que nos possa ajudar antes de ser tarde demais ! Temos de esperar a salvação da parte de alguma pessoa inteligente lá fora, a qual é real e maior do que todos os homens juntos, não só sendo bastante sábia e poderosa, mas também suficientemente amorosa para vir em nosso auxílio quando mais o precisamos. De quem é mais razoável, mais sensato e mais inteligente esperar isso senão do próprio Criador da raça humana? Se a raça humana ainda vive hoje em dia, por certo, seu Criador superior também deve ainda estar vivo hoje em dia.
A própria existência da raça humana aqui prova que o Criador não criou a nossa terra para ser ou se tornar um planeta carbonizado, sem vida, em órbita no espaço. Ele não criou a raça humana para ela por fim se destruir ou extinguir, ou desaparecer como a ave chamada dodó. Ele não trabalhou em vão para frustar a si mesmo ou expor a si mesmo à frustração, quando criou a terra e colocou o homem sobre ela. Explicando seu propósito excelente de colocar a humanidade nesta terra, ele mesmo declarou:
“Assim disse Jeová, o Criador dos céus, ele, o verdadeiro Deus, o Formador da terra e àquele que a faz, Aquele que a estabeleceu firmemente, que não a criou simplesmente para nada, que a formou mesmo para ser habitada: ‘Eu sou Jeová, e não há outro. . .. Eu sou Jeová, falando o que é justo, contando o que é reto.’” — Isaías 45:18, 19.
Quem, na terra, ouviu este Deus Jeová dizer tais palavras? Bem, segundo os fatos da história, foi um homem da antiguidade. Seu nome era Isaías, filho de Amos, e ele vivia em Jerusalém nos dias de diversos reis daquela cidade famosa. Ouviu estas palavras divinas por meio de inspiração, quer dizer, por meio do espírito ou da força ativa invisível de Deus. (Isaías 1:1) O que ele ouviu e viu em visão, bem como os acontecimentos históricos dos seus dias, foram escritos por ele num livro chamado pelo seu nome, o livro de Isaías. Este é um dos sessenta e seis livros encontrados nos escritos sagrados da Bíblia Sagrada. E as palavras citadas se encontram neste livro de Isaías, no capítulo quarenta e cinco, versículos dezoito e dezenove. A Bíblia que contém o livro de Isaías tem sido considerada de valor tão elevado para toda a racha humana, que já foi traduzida em 244 idiomas, além de se traduzirem diversas partes dela em mais 1.169 idiomas. Até mesmo o personagem histórico Jesus Cristo citou muitas vazes as palavras do profeta Isaías como sendo verdade inspirada.
De modo que Deus, que revela seu nome como sendo Jeová, declarou ao profeta Isaías que ele não criou a terra simplesmente para nada, mas que a formou para ser habitada. Esta declaração foi feita cerca de trinta e três séculos depois de Deus, cujo nome é Jeová, criar os primeiros pais da raça humana, o primeiro homem e a primeira mulher. Isto não só prova que o Criador do homem ainda vivia, mas que ainda se interessava na terra e nos seus habitantes humanos. Ele não é Deus de quem se possa dizer que está morto, por ter abandonado a humanidade e se manter indiferente e alheio aos assuntos de sua própria criação humana. Os clérigos da cristandade estão completamente errados quando dizem que “Deus está morto”. Ele é imortal; vive para todo o sempre. É Deus por toda a eternidade. (Salmo 90:2) O Criador manteve seu interesse nas suas criaturas humanas desde a criação do homem, e ele tem observado o proceder da raça humana, para impedir que seja frustrado seu propósito eterno para com a humanidade. Ele estava atento à situação humana nos dias do profeta Isaías, há vinte e sete séculos atrás; está igualmente atento à situação da raça humana hoje em dia. Tomará a devida ação.
Dentro de pouco tempo se mostrará quão seriamente enganado estava o clérigo religioso, citado no livro Deus não mais Existe (em inglês), para a própria vergonha dele, ao dizer no mesmo: “Se houver um Deus, não podemos falar dele como ser supremo.” Contradizendo diretamente este clérigo, cumprir-se-á, e isto muito em breve, a oração inspirada dirigida ao Criador do homem nas seguintes palavras: “Fiquem envergonhados e perturbados para todo o sempre, e fiquem encabulados e pereçam; para que as pessoas saibam que tu, cujo nome é Jeová, semente tu és o Altíssimo sobre toda a terra.” (Salmo 83:17, 18) Ele nunca se deixou frustrar, em toda a história passada da humanidade; nem se deixará frustrar no perigo atual que confronta toda a raça humana. Isto exige a salvação da raça humana no seu momento mais crítico. Os atuais esforços do homem para salvar a raça humana não dão resultado, não são realísticos e estão condenados ao fracasso. O modo de Jeová salvar a sua criação humana é funcional, realístico e será bem sucedido. Seu modo de salvação é o modo do Reino.
NÃO UM MODO ANTIQUADO
Os reinos, como tipo de governo para a humanidade, não são muito populares hoje em dia. Atualmente há menos reinos sobre os homens do que havia no ano de 1917, antes do fim da Primeira Guerra Mundial. Foram substituídos por formas populares de governo. Isto não deve criar preconceito na nossa mente e no nosso coração contra o modo de Deus, por ser o modo do Reino. As democracias fracassaram tanto quanto os reinos políticos dos homens. Tanto as democracias como os reinos humanos ainda restantes se debatem hoje numa agonia mortal. Os reis da cristandade nunca regeram “pela graça de Deus”, conforme afirmavam. Aqueles reinos, iguais a todos os outros reinos deste mundo, foram apenas reinos humanos, estabelecidos por homens. Jeová Deus não usará a nenhum destes reinos no seu modo de salvar a raça humana. Portanto, o modo do Reino de Deus não será um modo impopular e antiquado.
14 Qual é, então, o reino que Deus usará para salvar a raça humana? É o reino proclamado por Jesus Cristo em toda a terra da Palestina, há dezenove séculos atrás, quando dizia: “O reino dos céus se tem aproximado.” (Mateus 4:17, 23:10:7) Isto é o mesmo que dizer: “O reino de Deus se tem aproximado.” (Marcos 1:14, 15) O estabelecimento da cristandade, nos dias do imperador romano Constantino, no quarto século E. C., fez que praticamente não se ouvisse mais nada da pregação deste reino de Deus, visto que os clérigos religiosos aclamavam os reinos humanos da cristandade como sendo membros constituintes do reino de Deus. Mas o pregador Jesus Cristo disse que as boas novas do verdadeiro reino de Deus seriam pregadas em todo o mundo até o fim do atual sistema de coisas. Na sua notável profecia a respeito do sinal que precederia ao fim deste angustioso sistema de coisas, ele disse: “Estas boas novas do reino serão pregadas em toda a terra habitada, em testemunho a todas as nações; e então virá o fim.” (Mateus 24:14) Hoje é evidente que o fim está próximo. Fiel à profecia, ouvimos o Reino ser pregado!