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loucos por blog

sábado, 31 de dezembro de 2011

Celebrações que desagradam a Deus

“Persisti em certificar-vos do que é aceitável para o Senhor.” — EFÉSIOS 5:10. “OS VERDADEIROS adoradores”, disse Jesus, “adorarão o Pai com espírito e verdade, pois, deveras, o Pai está procurando a tais para o adorarem”. (João 4:23) Quando Jeová encontra tais pessoas — assim como encontrou você —, ele as atrai a si e a seu Filho. (João 6:44) Que honra! Mas os que amam a verdade da Bíblia devem ‘persistir em certificar-se do que é aceitável para o Senhor’, pois Satanás é mestre do engano. — Efésios 5:10; Revelação (Apocalipse) 12:9. 2 Considere o que aconteceu perto do monte Sinai, quando os israelitas pediram a Arão que fizesse um deus para eles. Arão cedeu à pressão e fez um bezerro de ouro, mas deu a entender que aquele ídolo representava a Jeová. “Amanhã há uma festividade para Jeová”, disse ele. Será que Jeová foi indiferente ao que eles fizeram, ao misturarem a religião verdadeira com a falsa? Não. Ele ordenou que os idólatras fossem mortos, resultando na morte de cerca de três mil pessoas. (Êxodo 32:1-6, 10, 28) Que lição aprendemos disso? Se queremos nos manter no amor de Deus não devemos ‘tocar em nada impuro’, e devemos defender a verdade contra qualquer coisa que possa corrompê-la. — Isaías 52:11; Ezequiel 44:23; Gálatas 5:9. 3 Infelizmente, após a morte dos apóstolos, que serviam de impedimento para a apostasia, supostos cristãos que não amavam a verdade começaram a adotar costumes pagãos, comemorações e dias “santificados”, passando a considerá-los como cristãos. (2 Tessalonicenses 2:7, 10) Ao analisarmos algumas dessas comemorações, note como refletem o espírito do mundo, não o espírito de Deus. Em geral, as comemorações do mundo têm algo em comum: satisfazem os desejos da carne e promovem crenças religiosas falsas e o espiritismo — características predominantes de “Babilônia, a Grande”. (Revelação 18:2-4, 23) Lembre-se também de que Jeová viu pessoalmente as práticas religiosas pagãs detestáveis que deram origem a muitos costumes populares de hoje. Sem dúvida, para Jeová essas comemorações são tão detestáveis hoje como eram no passado. Não deveria o ponto de vista dele ser o que mais importa para nós? — 2 João 6, 7. 4 Como cristãos verdadeiros, sabemos que certas celebrações não agradam a Jeová. Mas precisamos estar determinados no coração a não ter nada a ver com elas. Analisar por que Jeová não se agrada dessas celebrações fortalecerá nossa determinação de evitar qualquer coisa que nos impeça de permanecer no amor de Deus. NATAL — UM NOVO NOME PARA A ADORAÇÃO DO SOL 5 A Bíblia não menciona nenhuma comemoração do aniversário de Jesus. Na realidade, não se sabe exatamente em que dia ele nasceu. Mas podemos ter certeza de que não foi em 25 de dezembro, época de inverno naquela região. Um dos motivos de sabermos isso é que quando Jesus nasceu os “pastores [estavam] vivendo ao ar livre”, cuidando de seus rebanhos, conforme Lucas escreveu. (Lucas 2:8-11) Se eles ‘vivessem ao ar livre’ o ano todo, esse não seria um detalhe importante. Mas, visto que o inverno em Belém é uma época em que chove e cai neve, os rebanhos ficavam recolhidos em áreas fechadas; portanto, os pastores não estariam “vivendo ao ar livre”. Além disso, José e Maria foram a Belém porque César Augusto havia ordenado que se fizesse um censo. (Lucas 2:1-7) É muito improvável que César tivesse ordenado que um povo já insatisfeito com o governo romano fosse até a cidade de seus antepassados no rigor do inverno. 6 O Natal não tem origem bíblica. Tem raízes em antigas comemorações pagãs, como as saturnais romanas, uma festividade dedicada a Saturno, o deus da agricultura. Da mesma forma, adoradores do deus Mitra, segundo seus cálculos, comemoravam o 25 de dezembro como o “dia do nascimento do Sol invicto”, diz a New Catholic Encyclopedia (Nova Enciclopédia Católica). A mesma fonte continua: “O Natal surgiu em uma época em que o culto ao Sol era especialmente forte em Roma”, cerca de três séculos após a morte de Cristo. 7 Durante suas comemorações, os pagãos trocavam presentes e festejavam com muita comida e bebida — costumes que o Natal preserva até hoje. Mas, como acontece atualmente, muitos que davam presentes de Natal naquela época não faziam isso com a atitude descrita em 2 Coríntios 9:7, que diz: “Faça cada um conforme tem resolvido no seu coração, não de modo ressentido, nem sob compulsão, pois Deus ama o dador animado.” Os cristãos verdadeiros dão presentes por amor, não se baseiam numa data nem esperam receber algo em troca. (Lucas 14:12-14; Atos 20:35) Além disso, eles se sentem muito felizes de estar livres da correria e do estresse do Natal, e do peso das dívidas financeiras que enlaçam muitos nessa época do ano. — Mateus 11:28-30; João 8:32. 8 Alguns, porém, talvez argumentem: ‘mas os astrólogos não deram presentes a Jesus em homenagem ao seu nascimento?’ Não. O que eles fizeram foi apenas uma maneira de demonstrar respeito a uma pessoa importante, um costume comum nos tempos bíblicos. (1 Reis 10:1, 2, 10, 13; Mateus 2:2, 11) Tanto é assim que os astrólogos não visitaram Jesus na noite em que ele nasceu. Quando chegaram onde ele estava, já fazia muitos meses que Jesus havia nascido, e ele se encontrava numa casa, não numa manjedoura como bebê recém-nascido. O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE ANIVERSÁRIOS NATALÍCIOS 9 Embora o nascimento de um bebê sempre seja motivo de muita alegria, a Bíblia não menciona a comemoração do aniversário de nenhum servo de Deus. (Salmo 127:3) Será que não se trata de uma simples omissão? Não, porque ela menciona a comemoração de dois aniversários natalícios — o de um faraó do Egito e o de Herodes Ântipas. (Gênesis 40:20-22; Marcos 6:21-29) Ambos os eventos, no entanto, são apresentados numa luz desfavorável — especialmente o de Herodes, em que João Batista foi decapitado. 10 “Os primeiros cristãos”, diz a The World Book Encyclopedia, “consideravam um costume pagão celebrar a data de nascimento de qualquer pessoa”. Os gregos dos tempos antigos, por exemplo, acreditavam que toda pessoa tinha um espírito protetor que assistia ao seu nascimento e a protegia pelo resto da vida. Esse espírito “tinha uma relação mística com o deus cuja data de nascimento era a mesma que a da pessoa”, diz o livro The Lore of Birthdays (A Tradição dos Aniversários Natalícios). Desde a antiguidade, o dia do nascimento também tem uma grande ligação com a astrologia e o horóscopo. 11 Além de rejeitar os costumes ligados à comemoração de aniversários natalícios por causa das origens pagãs e do espiritismo, os servos de Deus no passado provavelmente os rejeitavam também por causa dos princípios pelos quais viviam. Por que podemos dizer isso? Eles eram pessoas humildes e modestas, por isso não achavam que seu nascimento fosse tão importante que devesse ser comemorado. (Miquéias 6:8; Lucas 9:48) Em vez disso, eles glorificavam a Jeová e davam-lhe graças pela preciosa dádiva da vida. — Salmo 8:3, 4; 36:9; Revelação 4:11. 12 Todos os servos de Deus que morrem fiéis estão guardados em Sua memória e têm a vida futura garantida. (Jó 14:14, 15) Eclesiastes 7:1 diz: “Um nome é melhor do que bom óleo, e o dia da morte é melhor do que o dia em que se nasce.” Nosso “nome” é a boa reputação que adquirimos perante Deus durante uma vida de serviço fiel. É digno de nota que a única comemoração ordenada aos cristãos não é a de um nascimento, mas a de uma morte — a de Jesus, cujo “nome” excelente é o único meio para a nossa salvação. — Lucas 22:17-20; Hebreus 1:3, 4. PÁSCOA — ADORAÇÃO DA FERTILIDADE SOB DISFARCE 13 Considerada como comemoração da ressurreição de Cristo, a Páscoa (conforme é comemorada hoje na cristandade) na verdade teve origem na religião falsa. Como é que ovos e coelhos passaram a ter ligação com a Páscoa? Os ovos “são importantes símbolos de vida nova e ressurreição”, diz a Encyclopædia Britannica, e há muito o coelho tem sido usado como símbolo da fertilidade. Portanto, a Páscoa é realmente um rito à fertilidade mal disfarçado de comemoração da ressurreição de Cristo. 14 Será que Jeová aprovaria o uso de um depravado rito à fertilidade para comemorar a ressurreição de seu Filho? Jamais! (2 Coríntios 6:17, 18) De fato, as Escrituras nem ordenam nem autorizam a comemoração da ressurreição de Jesus. Fazer isso e misturá-la com símbolos de fertilidade é um ato de deslealdade. AS RAÍZES DO HALLOWEEN 15 Conhecido por suas bruxas, duendes e outras decorações grotescas, o Halloween — também chamado Dia das Bruxas —, comemorado no dia 31 de outubro, remonta aos celtas antigos que habitavam a Grã-Bretanha e a Irlanda. Na Lua cheia mais próxima de 1.° de novembro, eles celebravam a festa de Samhain, que significa “fim do verão”. Eles acreditavam que durante essa celebração se abria a porta entre o mundo humano e o sobrenatural, e espíritos tanto bons quanto maus vagavam pela Terra. Cria-se que as almas dos mortos retornavam aos seus lares; por isso as famílias separavam comida e bebida para seus visitantes do Além na esperança de apaziguá-los. Assim, quando as crianças hoje, vestidas de fantasma ou de bruxa, vão de casa em casa ameaçando fazer travessuras caso não recebam uma guloseima, elas sem saber estão perpetuando os antigos rituais do Samhain. MANTENHA PURO O DIA DE SEU CASAMENTO 16 Em breve, “jamais se ouvirá de novo em [Babilônia, a Grande] a voz de noivo e de noiva”. (Revelação 18:23) Por que razão? Em parte por causa de suas práticas espíritas, que podem macular um casamento já no dia em que a pessoa se casa. — Marcos 10:6-9. 17 Os costumes variam de um país para outro. Alguns costumes que talvez pareçam inocentes e que supostamente trazem ‘boa sorte’ ao casal de noivos ou aos convidados podem ter-se originado de práticas babilônicas. (Isaías 65:11) Uma dessas tradições é o costume de jogar nos noivos arroz, confete ou algo similar. Isso pode ter-se originado da crença de que é possível apaziguar espíritos maus por oferecer-lhes alimentos, impedindo-os assim de prejudicar o noivo e a noiva. Além disso, o arroz tem uma relação mística de longa data com a fertilidade, a felicidade e a longevidade. Evidentemente, todos os que desejam permanecer no amor de Deus evitarão participar desses costumes contaminados pela religião falsa. — 2 Coríntios 6:14-18. 18 Os servos de Jeová também evitam práticas do mundo que possam tirar a dignidade cristã dos casamentos e das recepções de casamento ou que possam ferir a consciência de algumas pessoas. Por exemplo, evitam discursar sobre os noivos diante dos convidados usando expressões sarcásticas ou com conotação sexual, e fazer brincadeiras de mau gosto ou comentários que possam constranger os recém-casados e outros. (Provérbios 26:18, 19; Lucas 6:31; 10:27) Também evitam recepções suntuosas de conto de fadas que refletem, não a modéstia, mas “a ostentação dos meios de vida da pessoa”. (1 João 2:16) Se você está fazendo preparativos para seu casamento, nunca se esqueça de que Jeová deseja que esse dia especial seja algo que sempre vai lhe trazer boas lembranças, não tristeza. BRINDAR — TEM SIGNIFICADO RELIGIOSO? 19 O brinde é um costume comum em casamentos e outros eventos sociais. O International Handbook on Alcohol and Culture (Manual Internacional de Bebidas Alcoólicas e Culturas), de 1995, diz: “Brindar . . . provavelmente é um vestígio não religioso das antigas libações sacrificiais nas quais um líquido sagrado era oferecido aos deuses . . . em troca de um pedido — uma oração sintetizada nas palavras ‘vida longa’ ou ‘saúde’.” 20 É verdade que muitas pessoas talvez não vejam o brinde como um gesto religioso ou supersticioso. Ainda assim, o costume de erguer as taças pode ser encarado como um pedido ao “céu” — a uma força sobre-humana —, solicitando uma bênção de um modo que não se harmoniza com a Bíblia. — João 14:6; 16:23. “VÓS AMANTES DE JEOVÁ, ODIAI O QUE É MAU” 21 Refletindo os padrões cada vez mais baixos do mundo hoje — uma tendência que Babilônia, a Grande, promove tanto direta como indiretamente —, alguns países patrocinam anualmente carnavais, ou seja, festas que dão destaque a danças sensuais e que talvez até glorifiquem os estilos de vida de gays e lésbicas. Será que seria apropriado alguém que ama a Jeová participar de um evento desse tipo ou assistir a ele? Se fizesse isso, será que estaria realmente refletindo ódio pelo que é mau? (Salmo 1:1, 2; 97:10) É muito melhor imitar a atitude do salmista que orou: “Faze meus olhos passar adiante de ver o que é fútil.” — Salmo 119:37. 22 Quando há alguma celebração do mundo, o cristão deve cuidar para que sua conduta não dê a outros a impressão de que está participando dela. “Quer comais, quer bebais, quer façais qualquer outra coisa”, escreveu Paulo, “fazei todas as coisas para a glória de Deus”. (1 Coríntios 10:31; veja o quadro “Como tomar boas decisões”, nas páginas 158-9.) Por outro lado, se é evidente que certo costume ou celebração não têm nenhum significado religioso, não fazem parte de nenhuma observância política ou patriótica e não violam nenhum princípio bíblico, então cada cristão pode tomar sua própria decisão quanto a se participará ou não nisso. Ao mesmo tempo, a pessoa deve levar em consideração os sentimentos dos outros para não fazê-los tropeçar. GLORIFICAR A DEUS EM PALAVRAS E AÇÕES 23 Para muitas pessoas, os dias de certas celebrações populares são principalmente uma oportunidade para reunir-se com familiares e amigos. Por isso, se alguém presumir de modo errado que nossa posição cristã é desamorosa e radical, podemos de forma bondosa explicar que as Testemunhas de Jeová gostam de reuniões saudáveis com a família e com os amigos. (Provérbios 11:25; Eclesiastes 3:12, 13; 2 Coríntios 9:7) Nós gostamos de nos associar com as pessoas que amamos durante todo o ano, mas, visto que amamos a Deus e seus padrões justos, não queremos contaminar tais ocasiões alegres com costumes que desagradam a ele. — Veja o quadro “A adoração verdadeira traz grande felicidade”, na página 156. 24 Algumas Testemunhas de Jeová têm tido bons resultados ao responder a pessoas sinceras que nos perguntam sobre esse assunto, mostrando-lhes pontos do capítulo 16 do livro O Que a Bíblia Realmente Ensina?. Lembre-se, porém, de que nosso objetivo é atrair a pessoa à verdade, não provar quem tem razão. Por isso, seja respeitoso e brando; e ‘seja sua pronunciação sempre com graça, temperada com sal’. — Colossenses 4:6. 25 Como servos de Jeová, recebemos muita instrução. Conhecemos a base de nossas crenças e sabemos por que praticamos determinadas coisas e evitamos outras. (Hebreus 5:14) Portanto, pais, ensinem seus filhos a raciocinar à base de princípios bíblicos. Por fazerem isso, fortalecerão a fé que eles têm, os ajudarão a dar respostas baseadas na Bíblia aos que questionam suas crenças e os farão confiar no amor de Jeová. — Isaías 48:17, 18; 1 Pedro 3:15. 26 Todos os que adoram a Deus “com espírito e verdade” evitam celebrações não-bíblicas, mas também se esforçam em ser honestos em todos os aspectos da vida. Muitos hoje acham que não é prático ser honesto. Mas, como veremos no próximo capítulo, o conceito de Deus é sempre o melhor. [Nota(s) de rodapé] Veja o quadro “Devo participar dessa celebração?”, nas páginas 148-9 deste livro. O Índice das Publicações da Torre de Vigia, publicado pelas Testemunhas de Jeová, lista muitos dias “santificados” e celebrações específicos. Baseado em cálculos bíblicos e na história secular, Jesus provavelmente nasceu no ano 2 AEC, no mês judaico de etanim, que corresponde a setembro/outubro do nosso calendário atual. — Veja Estudo Perspicaz das Escrituras, Volume 2, páginas 538-9, publicado pelas Testemunhas de Jeová. Veja o quadro “Dias ‘santificados’ e satanismo”, na página 150. O pacto da Lei exigia que uma mulher, depois que desse à luz, oferecesse a Deus uma oferta pelo pecado. (Levítico 12:1-8) Essa exigência da Lei era um triste lembrete de que os humanos transmitem o pecado a seus filhos, e ajudava os israelitas a ter um conceito equilibrado sobre o nascimento de uma criança. Ao mesmo tempo, pode ter-lhes servido de ajuda para não seguirem os costumes pagãos relacionados às comemorações de aniversário. — Salmo 51:5. É interessante notar que o nome em inglês para Páscoa (Easter) tem sido associado a Eostre, ou Ostara, a deusa anglo-saxônica do amanhecer e da primavera. Também tem sido associado à adoração da deusa fenícia da fertilidade, Astarte, que tinha como símbolos o ovo e o coelho. Suas estátuas a representavam ou com os órgãos sexuais grosseiramente exagerados, ou com um ovo na mão ao lado de um coelho. Veja os três artigos sobre casamentos e reuniões sociais em A Sentinela de 15 de outubro de 2006, páginas 18-31. Veja A Sentinela de 15 de fevereiro de 2007, páginas 30-1. Publicado pelas Testemunhas de Jeová. [Perguntas de Estudo]  1. Que tipo de pessoas Jeová atrai a si, e por que elas devem permanecer vigilantes em sentido espiritual?  2. Explique como Jeová encara os que tentam misturar a religião verdadeira com a falsa. 3, 4. Por que devemos dar bastante atenção aos princípios bíblicos ao analisarmos costumes e celebrações populares?  5. Por que podemos ter certeza de que Jesus não nasceu em 25 de dezembro? 6, 7. (a) Qual é a origem de muitos costumes do Natal? (b) Que contrastes existem entre o costume de dar presentes no Natal e o modo de os cristãos dar presentes?  8. Os astrólogos deram presentes a Jesus em homenagem ao seu nascimento? Explique.  9. O que é significativo a respeito das comemorações de aniversário mencionadas na Bíblia? 10, 11. Como os primeiros cristãos consideravam as comemorações de aniversário, e por quê? 12. Como o dia da morte pode ser melhor que o dia do nascimento? 13, 14. Qual é a origem dos costumes populares da Páscoa? 15. Qual é a origem do Halloween, e o que talvez seja significativo sobre a data escolhida para essa comemoração? 16, 17. (a) Por que casais cristãos que planejam se casar devem examinar os costumes locais ligados ao casamento levando em consideração os princípios bíblicos? (b) Com respeito a certos costumes, como jogar arroz ou algo similar nos noivos, o que os cristãos devem levar em consideração? 18. Que princípios bíblicos devem orientar tanto o casal que está fazendo preparativos para o casamento como os convidados? 19, 20. O que uma fonte secular diz sobre a origem do brinde, e por que esse costume não é aceitável para os cristãos? 21. Que celebrações populares os cristãos evitam mesmo que não envolvam práticas religiosas, e por quê? 22. Quando um cristão pode decidir segundo sua consciência se vai participar ou não de determinada celebração? 23, 24. Como podemos dar um bom testemunho sobre os padrões justos de Jeová? 25, 26. Como os pais podem ajudar os filhos a desenvolver fé e amor por Jeová? [Quadro/Foto nas páginas 148, 149] DEVO PARTICIPAR DESTA CELEBRAÇÃO? Princípio: “‘Saí do meio deles e separai-vos’, diz Jeová, ‘e cessai de tocar em coisa impura’; ‘e eu vos acolherei.’” — 2 Coríntios 6:17. A respeito de determinada celebração ou costume popular, pergunte-se: ▪ É evidente que tem origem numa prática ou num ensinamento da religião falsa, incluindo o espiritismo? — Isaías 52:11; 1 Coríntios 4:6; 2 Coríntios 6:14-18; Revelação (Apocalipse) 18:4. ▪ Honra ou enaltece indevidamente uma pessoa, uma organização ou um símbolo nacional? — Jeremias 17:5-7; Atos 10:25, 26; 1 João 5:21. ▪ Enaltece alguma nação ou grupo étnico? — Atos 10:34, 35; 17:26. ▪ Reflete “o espírito do mundo”, que atua em oposição ao espírito santo de Deus? — 1 Coríntios 2:12; Efésios 2:2. ▪ Participar nessa celebração poderia fazer outros tropeçar? — Romanos 14:21. ▪ Se eu decidir não participar dessa celebração, como explicarei isso a outros de modo respeitoso? — Romanos 12:1, 2; Colossenses 4:6. Os textos a seguir podem ajudar a responder perguntas sobre comemorações populares: ▪ “[Os israelitas infiéis] foram misturar-se com as nações e passaram a aprender os seus trabalhos.” — Salmo 106:35. ▪ “Quem é fiel no mínimo, é também fiel no muito, e quem é injusto no mínimo, é também injusto no muito.” — Lucas 16:10. ▪ “Não fazeis parte do mundo.” — João 15:19. ▪ “Não podeis estar participando da ‘mesa de Jeová’ e da mesa de demônios.” — 1 Coríntios 10:21. ▪ “Já basta o tempo decorrido para terdes feito a vontade das nações, quando procedestes em ações de conduta desenfreada, em concupiscências, em excessos com vinho, em festanças, em competições no beber e em idolatrias ilegais.” — 1 Pedro 4:3. [Quadro na página 150] DIAS “SANTIFICADOS” E SATANISMO É interessante notar que o dia mais importante na religião chamada Satanismo é o dia do aniversário da pessoa. Por quê? Os adeptos do Satanismo acreditam que cada pessoa é um deus, se ela se considera como tal. Assim, comemorar o aniversário da pessoa é o mesmo que comemorar o nascimento de um deus. Naturalmente, a maioria das pessoas não chega a esse conceito extremo, egotista. Mas o livro The Lore of Birthdays (A Tradição dos Aniversários Natalícios) diz: “Outros dias festivos elevam o coração, mas os aniversários massageiam o ego.” Os outros dois dias mais “santificados” no calendário do Satanismo são o festival de Walpurgis e o Halloween. O Merriam-Webster’s Collegiate Dictionary define o festival de Walpurgis como “a noite da véspera de Primeiro de Maio em que, segundo se acredita, as bruxas voam em suas vassouras para um encontro”. [Quadro na página 156] A ADORAÇÃO VERDADEIRA TRAZ GRANDE FELICIDADE Jeová é o “Deus feliz” e deseja que seus servos sejam felizes. (1 Timóteo 1:11) Pode-se ver isso nos seguintes textos bíblicos: “Aquele que é bom de coração tem constantemente um banquete.” — Provérbios 15:15. “Vim saber que não há nada melhor para eles do que alegrar-se e fazer o bem durante a sua vida; e também que todo homem coma e deveras beba, e veja o que é bom por todo o seu trabalho árduo. É a dádiva de Deus.” — Eclesiastes 3:12, 13. “Quanto ao generoso, é para coisas generosas que ele deu conselho; e ele mesmo se levantará a favor de coisas generosas.” — Isaías 32:8. “Vinde a mim, todos os que estais labutando e que estais sobrecarregados, e eu [Jesus] vos reanimarei. . . . Pois o meu jugo é benévolo e minha carga é leve.” — Mateus 11:28, 30. “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” — João 8:32. “[Dê] cada um conforme tem resolvido no seu coração, não de modo ressentido, nem sob compulsão, pois Deus ama o dador animado.” — 2 Coríntios 9:7. “Os frutos do espírito são amor, alegria, paz, . . . benignidade, bondade.” — Gálatas 5:22. “Os frutos da luz consistem em toda sorte de bondade, e justiça, e verdade.” — Efésios 5:9. [Quadro nas páginas 158, 159] COMO TOMAR BOAS DECISÕES Às vezes surgem situações que testam nosso amor a Jeová e nosso entendimento dos princípios bíblicos. Por exemplo, o cônjuge descrente de um cristão, ou de uma cristã, talvez o convide para uma refeição com parentes no dia de uma festividade do mundo. A consciência de alguns cristãos talvez lhes permita aceitar o convite; já outros cristãos talvez não o aceitem. Se um cristão aceitar tal convite, ele deverá agir de uma maneira que deixe claro que não está participando da comemoração e que sua visita é simplesmente para uma refeição com os parentes. Seria prudente que o cristão falasse antes com o cônjuge, explicando de modo respeitoso que pode surgir uma situação embaraçosa caso os parentes participem em atos festivos e ele se recuse a fazer isso. Talvez o cônjuge descrente decida fazer a visita em outro dia. — 1 Pedro 3:15. E se o marido de uma cristã ainda insistir que ela o acompanhe, mesmo depois de ouvir a explicação dela? Ela talvez conclua que como chefe da casa ele tem a responsabilidade de prover o sustento da família. (Colossenses 3:18) No caso em questão, a refeição será na casa dos parentes. Na ocasião poderá até mesmo surgir oportunidade para a esposa cristã dar um bom testemunho. A comida não se torna contaminada em sentido espiritual por simplesmente estar sendo servida no dia de uma comemoração do mundo. (1 Coríntios 8:8) O cristão talvez a encare como uma refeição comum e não participaria em saudações e músicas festivas, brindes e coisas assim. Deve-se levar também em consideração como outros serão afetados caso o cristão vá a essa refeição. A esposa cristã deve levar em conta que outros poderão tropeçar ao ficar sabendo que ela foi visitar parentes descrentes naquele dia. — 1 Coríntios 8:9; 10:23, 24. Além disso, será que a família vai pressionar a esposa a violar princípios bíblicos? O desejo de evitar constrangimentos pode exercer grande pressão sobre ela. Assim, seria importante que ela pensasse com antecedência no assunto, levando todos esses fatores em consideração, incluindo, é claro, a sua consciência cristã. — Atos 24:16. Devo aceitar bônus de Natal? Durante a época do Natal, o patrão de um cristão talvez lhe ofereça um presente ou um bônus. Deve o cristão rejeitar a oferta? Não necessariamente. Talvez nem passe pela cabeça do patrão que por aceitar o bônus o irmão está comemorando o Natal. Pode ser que ele esteja simplesmente querendo compartilhar os lucros da empresa com seus empregados. Ou o bônus pode ser uma forma de ele mostrar gratidão pelos serviços prestados durante o ano e um incentivo para continuarem fazendo um bom trabalho. O empregador talvez dê presentes a todos os empregados — judeus, muçulmanos e outros —, independentemente de eles comemorarem ou não o Natal. Sendo assim, o fato de o presente ser dado numa época de festas do mundo ou estar associado ao nome de determinada celebração não torna necessariamente errado que uma Testemunha de Jeová o aceite. Mesmo que o presente esteja associado a uma festividade religiosa, isso não significa que aquele que dá o presente pense que a pessoa que o recebe tenha o mesmo conceito religioso que ele. Um colega de trabalho ou um parente talvez diga a uma Testemunha de Jeová: “Sei que você não comemora essa data, mas mesmo assim gostaria que aceitasse este presente.” Se isso não perturba a consciência do cristão, ele talvez decida aceitar o presente e agradecer sem fazer nenhuma referência à comemoração em questão. (Atos 23:1) Talvez numa outra ocasião, quando for menos provável que a pessoa fique ofendida, o cristão possa explicar com jeito sua posição. Mas o que dizer se ficar evidente que a pessoa que oferece o presente tem a intenção de mostrar que o cristão não se apega às suas crenças, ou que ele viola seus princípios quando há alguma vantagem material? Nesse caso, com certeza é melhor não aceitar o presente. Sem dúvida, queremos dar a Jeová Deus devoção exclusiva. — Mateus 4:8-10. [Foto na página 147] Os cristãos verdadeiros dão presentes por amor

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